Som de Guerra

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Anjos me resgataram de satanistas em festival de música


Os demônios estão mais perto do que imaginamos. Mas os anjos também!

Nesta postagem reproduzimos um testemunho narrado pelo sacerdote português, do Ministério dos Exorcismos, Padre Duarte Sousa Lara.
Sabemos que Satanás e seus demônios exercem influência em todos os campos de atuação humana com o objetivo de fazer perder as almas. Não é diferente no mundo artístico e da música, que podem ser utilizados para o mal.
Na Europa [local deste testemunho] e em todo mundo existem festivais de música que duram horas regadas com muitas drogas, sexo, violência e diversas formas de comportamentos desordenados.
O nosso personagem é um habilidoso técnico de iluminação que foi procurado pelos organizadores de um festival de música tecno, que costuma reunir vinte mil jovens por evento durante onze horas. O dinheiro era muito e não era problema. Ele cobrava o que queria e era pago. Montou o sistema de iluminação de vários eventos do mesmo organizador.
Ele é de família católica. No entanto, como é muito comum, na adolescência havia se afastado da fé e percorreu outros caminhos, mas, conta ele, nunca afastou Deus do coração.
O fato é que começou a perceber que havia algo de errado [além do que seria natural notar] naqueles eventos. O homem que o contratara controlava a mesa de iluminação e projetava nos telões imagens estranhas e perturbadoras. Encorajando-se, resolveu questionar o dono da festa sobre seus objetivos. Sorrindo, o homem fazia as projeções nos telões e apontava para os jovens, para que nossa testemunha pudesse fazer o nexo entre o comportamento das pessoas com o que era projetado no telão. De imediato ele percebeu tudo. Passou a clamar a Deus para sair dali, mas não era possível. Caiu o véu: ele estava cercado por demônios.
Naquele momento foi convidado a assumir a mesa de iluminação e ele mesmo fazer as projeções. Queriam iniciá-lo no satanismo. Ele não assentiu, mas não havia por onde escapar. Com o coração clamando por Deus, assumiu o controle das luzes e acionou um mecanismo que deixou todo o ambiente em luz verde. Em seguida veio um estouro: todo o estádio ficou às escuras e o caos foi instaurado.
Ele viu a oportunidade de escapar, mas às escuras, cercado pelos satanistas e seguranças, era praticamente impossível. Mesmo assim partiu para procurar a saída. Foi quando, e ele conta isso com lágrimas nos olhos, percebeu a presença de dois rapazes, um se postou à sua frente, outro à retaguarda e, caminhando em ritmo de marcha, o conduziram até a saída do estádio. No momento em passou da porta para fora, eles desapareceram: eram anjos!
Em prantos ele correu para pegar seu carro, mas percebeu outra presença, parou e voltou-se para trás. Era são Miguel Arcanjo, que perguntou, e ele respondeu:
-Você ama a Deus?
-Amo.
-Renuncias a Satanás?
-Renuncio.
-Vai.
Voltou-se novamente para o carro, mas ouviu Deus dizer a seu coração que não era para usar o veículo. Ele deveria voltar para casa [noutro país] utilizando outro meio de transporte. Ele usou o metrô, foi para estação de trem e viajou horas de volta para casa, com o livramento de Deus.
Ele voltou para a Santa Igreja Católica, atualmente é um realizador de cinema católico e dá testemunho de tudo que viveu há 15 anos passados.


Eu saí do rock satânico para encontrar Jesus


O metaleiro Kirk Martin, abusado sexualmente na infância e cheio de ódio, fez um pacto com o diabo

Os sons do mais duro heavy metal eram uma harmoniosa sinfonia para ele. Ferido e prejudicado na infância, sedento de fama, não hesitou em oferecer tudo ao diabo, acreditando que assim encontraria seu tesouro.
A prioridade era estar nos palcos e ter o controle. Eu gostava de ser adorado e que as pessoas olhassem para mim, dizendo: ‘Nossa! Quero ser como ele!’”: estas são palavras de Kirk Martin, quem, até alguns anos atrás, liderava uma banda de heavy metal chamada Power of Pride (O poder do orgulho), nos Estados Unidos.
Ele chegou a participar de inúmeros shows, nos quais projetava uma imagem selvagem nos palcos. “Conseguir que milhares de pessoas gritassem blasfêmias era a maior adrenalina que eu poderia experimentar”, contou Kirk à emissora CBN.
Mas esta imagem sinistra não era somente uma pose: tinha seu correlato na vida real de Kirk. Sua aparência e suas várias tatuagens mostravam as crenças que habitavam seu espírito. “Eu estava tão cheio de ódio, que projetava esse ódio nas pessoas. (…) Dois dos membros da banda acabaram se cansando de mim, não me aguentavam mais e, de fato, decidiram abandonar a banda”, contou.
Kirk reconhece que, por muito tempo, ele foi orgulhoso e enaltecia a soberba nas letras das suas músicas, mostrando nelas a rebeldia dos jovens que o idolatravam. “Toda a minha intenção era dizer às pessoas que elas precisavam acreditar em si mesmas, seguir suas próprias visões, seus sonhos, ainda que fosse preciso pisotear quem se interpusesse em seu caminho”.
Mas a origem do seu inesperado sucesso, relatou, não foi o simples empenho, a assertividade ou a qualidade musical. Kirk não estava disposto a arriscar-se ao fracasso ou esperar a sorte. Sem hesitar, ele decidiu concretizar seu desejo, mesmo sujeitando-se a um pacto sinistro. “Cravei minhas garras no chão, arranhei a terra e disse a Satanás: ‘Se você me der o que eu quero, se você fizer de mim um Deus, se me der mulheres, drogas, fama e o poder de pisotear as pessoas, eu te servirei até o fim dos tempos”.
O trauma da infância
Kirk recordou que, poucos dias depois de pronunciar esta sentença, uma gravadora lhe ofereceu um suculento contrato, para que sua banda pudesse gravar um CD. Mas aquele pacto de escravidão não era o único segredo que Kirk guardava, enquanto afundava na ilusão da fama, do sexo e da fortuna.
Durante a minha infância, uns garotos do bairro começaram a me assediar sexualmente e a me sodomizar, quando eu tinha cerca de 8 anos. Isso aconteceu mais de uma vez e eu nunca contei a ninguém, nunca falei disso”.
Para alguém que foi abusado na infância e estava cheio de raiva, aproveitar-se sexualmente das mulheres se tornou parte do estilo de vida heavy metal. “A pior parte do meu abuso foi que eu o interiorizei e acabei abusando de outros”, confessou.
O encontro com a verdade
Algumas horas antes de assinar o contrato com a gravadora pela qual ele havia vendido sua alma, Kirk teve um encontro com um misterioso estranho durante uma manhã, em uma cafeteria. “Um cara entrou e se sentou justamente ao meu lado, mesmo havendo muitas mesas livres. Imediatamente, eu olhei para ele com esta horrível e mesquinha expressão do meu rosto”.
Olhei para ele e lhe disse: ‘Que foi, cara?’. Ele olhou para o seu café, depois olhou para mim e me respondeu: ‘O que foi, amigo?’. Eu pulei na mesa, encostei meu rosto no dele, olhei bem para ele e o xinguei de todas as formas mais imundas que me vieram à mente. Ele então me disse: ‘Deus me mandou aqui para lhe dizer que Ele ama você e quer que você saiba que Ele não foi o responsável pelos jovens que abusaram de você quando você era criança’. O mais alucinante de tudo isso foi que ele até citou os nomes dos garotos e me disse: ‘Jesus está esperando por você, está esperando que você volte para casa’”.
O misterioso homem foi embora e Kirk continuou meditativo, em choque, por alguns instantes. Depois se levantou e foi em direção ao homem. Queria enfrentá-lo, mas, quando saiu à rua, ele já havia desaparecido.
A noite em que uma só estrela brilhou
Horas mais tarde, quando Kirk estava quase dormindo no ônibus da banda, foi acordado de repente no meio da noite. Talvez tenha sido um sonho revelador, mas ele recorda o fato como algo real.
De repente, apareceu uma grande estrela, como se caísse do céu, e o espírito do próprio Deus agiu naquele ônibus. Eu não sabia por que odiava tanto a Deus. Mas tudo, simplesmente tudo desapareceu, sumiu, e a única coisa que eu sentia era amor. Eu me senti aceito, senti como se fosse aquele menino novamente, antes de abusarem de mim”.
Então eu disse: ‘Jesus, vem aqui e destrói tudo isso, porque eu não quero mais ser isso’. Agora, eu percebo que, diante da presença de Deus, o pecado, o ódio, a fealdade não podem existir, não há lugar para isso; então, precisam sair. E todas essas coisas começaram a abandonar o meu coração”.
Kirk, como uma criança, voltou a dormir. Quando acordou, na manhã seguinte, tudo parecia diferente. “A grama era mais verde, o céu estava mais bonito, as nuvens eram belas e eu me sentia diferente”.
O contrato? Pouco lhe importava, pois “aquilo que eu sempre quis, de repente não queria mais. Abandonei tudo e nunca mais voltei à banda”.
Reconciliado
Em busca de repostas e de reconciliação com a fé, Kirk encontrou uma igreja em sua cidade natal e mergulhou no cristianismo. Quando começou a assistir às celebrações, seu diretor espiritual lhe sugeriu concluir o doloroso ciclo que havia começado na infância: seu desafio era buscar os jovens que haviam abusado dele para perdoá-los.
Eu os encontrei e não sei se eles se lembravam de mim. Então, eu lhes perguntei: ‘Por que você me fizeram aquilo?’. Eles me explicaram que também tinham sido abusados na infância e que, depois de ver uma revista pornográfica, sentiram vontade de abusar de mim, e depois convidaram outro garoto a fazer a mesma coisa. Eles já haviam dado seus corações a Cristo. Nós nos sentamos, choramos e nos abraçamos. Falamos disso e rezamos, e foi assim que superamos tudo isso“.
Com o tempo, Kirk também reencontrou seu talento musical, apoiado na liberdade e na cura dadas por Deus, escrevendo e interpretando músicas de louvor. Ele formou uma família e, juntos, viajam pelos Estados Unidos compartilhando o milagre que transformou a sua vida.
Minha esposa é simplesmente um tesouro e minha família é o maior testemunho da piedade e da graça de Deus. Eu, que era viciado em drogas, sexo, violência, ódio, e usava a música para destruir as pessoas, fui acolhido e curado por Deus. Tudo isso para a glória de Deus”, conclui.
vídeo abaixo, legendado em espanhol, resume o testemunho de conversão de Kirk Martin:
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Artigo publicado originalmente em Portaluz

Quando uma satanista tentou roubar a Eucaristia


A hóstia consagrada foi levada ao cemitério. E o que aconteceu depois é de arrepiar

No século XV, na pequena aldeia de Ettiswil, Suíça, ocorreu um grande milagre, depois que um crime terrível foi cometido. Uma hóstia consagrada foi roubada de uma igreja por uma mulher que fazia parte  de uma seita satânica. O nome dela era Ann Vögtli e ela fugiu da igreja com a Eucaristia nas mãos.
A razão do crime não é conhecida. Porém hóstias consagradas são frequentemente roubadas das igrejas para serem profanadas por grupos satânicos. Isso geralmente ocorre durante a chamada “Missa Negra”, onde uma Missa Católica é ridicularizada com rituais bizarros. Um dos dias preferidos para essas “Missas Negras” é o Halloween, considerado um “feriado” satânico para muitos grupos.
Depois de sair da igreja, Vögtli correu até chegar ao muro do cemitério. Ela tentou entrar, mas, naquele momento, a hóstia ficou muito pesada. Tanto que a moça não conseguia mais segurá-la. Mais tarde, Vögtli revelou a seguinte história: “Depois de bater minha mão no portão de ferro, eu segurei a hóstia. Mas, assim que eu atravessei o muro do cemitério, a hóstia tornou-se tão pesada que eu não conseguia carregá-la mais. Sendo incapaz de avançar ou de retroceder, joguei a hóstia perto de uma cerca, nas urtigas “.
Uma jovem encontrou a Eucaristia nas plantas, mas a hóstia tinha se transformado e ficou parecendo uma flor. Ela explicou que “a hóstia roubada [estava] dividida em sete partes. Seis delas formaram uma flor semelhante a uma rosa. Além disso, uma grande luz as cercava”.
O padre da paróquia foi informado e conseguiu recolher as seis partes. Porém a sétima não saía do lugar. Ele entendeu aquilo como um sinal de que uma capela deveria ser construída naquele local.
Mais tarde, uma relíquia contendo a hóstia milagrosa foi consagrada na capela construída no lugar. Desde então, inúmeros milagres aconteceram para aqueles que veneraram a relíquia.
Esta história é um grande lembrete do poder de Deus e de sua capacidade de tirar um bem maior de algo horrível.


Como a nossa cultura está contribuindo para o aumento das atividades satânicas?


As maneiras são muito mais diversificadas do que você imagina!

Ope. Gary Thomas é o exorcista da diocese de San Jose, na Califórnia. Seu curso de preparação para o rito do exorcismo, realizado em Roma em 2005, foi a inspiração para o livro “The Rite: The Making of a Modern Exorcist” [O Rito: O Preparo de um Exorcista Moderno"], de Matt Baglio, lançado em 2010, além de servir de base para o filme "The Rite" [O Rito], de 2011, estrelado por Anthony Hopkins. O pe. Gary gosta de citar o papa emérito Bento XVI dizendo que, "quando a fé diminui, aumenta a superstição".
Se quisermos identificar os fatores culturais que têm levado ao crescente interesse e à prática do satanismo e de outras atividades ocultas, teremos que começar observando o declínio da fé cristã no Ocidente.
O pe. Jeffrey Grob, exorcista da arquidiocese de Chicago, nos EUA, me descreveu o fenômeno durante uma recente conversa por telefone como "desencanto com a religião organizada". Os ocidentais em geral são pessoas impacientes; "mesmo os católicos podem ​​ir atrás de curandeiros e de alternativas a Deus, no afã de soluções instantâneas".
Mons. Patrick Brankin, exorcista da diocese de Tulsa, concorda que o declínio da fé cristã e o concomitante aumento do secularismo estão fomentando a atividade demoníaca: "Nos últimos anos, nós estamos vendo mais ação demoníaca", afirma ele, que atribui essa tendência a uma sociedade cada vez mais laica, que se voltou para as tábuas Ouija, para a feitiçaria, para a astrologia, para a adivinhação e para outras práticas ocultistas que "abrem as portas para o demônio".
Os três exorcistas acreditam que, em comparação com 25 a 30 anos atrás, tem havido um acentuado aumento do número de pessoas que estão se metendo com o ocultismo, seja através do satanismo, do paganismo, da idolatria ou de alguma outra modalidade.
Em “The Occult Roars Back: Its Modern Resurgence” [O Ressurgimento Moderno do Ocultismo], Richard Kyle, professor de História e Estudos Religiosos da Universidade Tabor, no Estado do Kansas, EUA, cita vários especialistas acadêmicos que escreveram sobre as causas do grande aumento do interesse pelo ocultismo. Jeffrey Russell, por exemplo, observou que, historicamente, "o interesse pelo oculto cresce significativamente nos períodos de rápido colapso social, quando os padrões estabelecidos deixam de dar respostas prontamente aceitáveis ​​e as pessoas se voltam para outras referências em busca de garantias".
Mas, acrescenta Kyle, também há uma base de fatores para o aumento do interesse pelo oculto, conforme proposto por Catherine Albanese, que "ressalta que muita gente foi preparada pela cultura norte-americana para se voltar a si mesma e ao universo em busca de certezas religiosas. A tradição protestante tendeu a apoiar a importância do conhecimento ou da crença na religião. Depois, a ala liberal do protestantismo modificou esta abordagem, enfatizando a presença de Deus em todos os lugares e destacando o otimismo americano em relação à bondade inata da natureza humana. O caráter difusivo do liberalismo e a sua falta de limites nítidos ajudou as pessoas a se ajustarem à ideia de viver confortavelmente sem diretrizes religiosas rígidas".
Albanese também observa que "a organização urbana e corporativa da sociedade" fragmentou todo o senso de vida comunitária. Em seu lugar, "a astrologia deu às pessoas um senso de identidade" e "as ajudou a estabelecer relações seguras com os outros. A autoajuda fez as pessoas adotarem certas medidas para conseguir a prosperidade, a saúde e a felicidade em meio às suas situações cotidianas. Videntes ofereceram cura física e orientação espiritual para lidar com os problemas do dia-a-dia".
Ted Baehr, fundador e editor do Movieguide e autor de quase uma dúzia de livros, falou no II Congresso Mundial das Famílias sobre "Proteger as Crianças da Violência da Mídia". Ele cita o estudioso Harold Bloom, da Universidade de Yale, que analisou "o surgimento da América pós-cristã em seu livro ‘A Religião Americana’, e que diz que o deus a quem adoramos somos nós mesmos. Ele afirma que a verdadeira religião da América do Norte é o gnosticismo, uma heresia elitista que combina filosofias místicas gregas e orientais e declara a necessidade do acesso a ‘conhecimentos especiais’ para se chegar ao mais alto dos céus".
A palestra de Baehr incluiu definições coerentes das crenças que atualmente competem com o cristianismo para conseguir seguidores nos Estados Unidos e em grande parte do mundo: o humanismo secular, o panteísmo, o materialismo, o niilismo, o romantismo, o existencialismo, o nominalismo, o idealismo, a New Age e o ocultismo.
Richard Kyle fornece uma definição simples e moderna do ocultismo: "Primeiro, o ocultismo é misterioso, vai além do alcance do conhecimento comum. Segundo, é secreto e comunicado apenas para os iniciados. Terceiro, o oculto se refere ao mágico, à astrologia e a outras supostas ciências que alegam o conhecimento do secreto, do misterioso ou do sobrenatural".
Até que ponto a crença no oculto é difundida? Uma pesquisa da Gallup, em 2005, revelou que três em cada quatro americanos acreditam em ocultismo.
Considerando-se que a nossa cultura proporciona um terreno fértil para o crescimento do satanismo e das práticas ocultas, contemplemos o que temos semeado neste solo receptivo. Ted Baehr traz à tona o fato óbvio de que muitas crianças não estão sendo criadas numa relação de intimidade com Deus, mas em meio a influências como “Assassinos por Natureza”, “Halloween” e “Pânico”. Será um exagero? Muito provavelmente não. Considere as séries de televisão dos últimos anos: "Vampire Diaries" [“Diários de um Vampiro”], "True Blood" [“Sangue Fresco”], "Buffy the Vampire Slayer" [“Buffy, a Caça-Vampiros”], "Charmed" [“As Feiticeiras”], "Sabrina the Teenage Witch" [“Sabrina, a Bruxa Adolescente”], apenas para citar algumas. Ou filmes de grande sucesso, como "O Exorcista", "O Bebê de Rosemary" e "The Craft" [“Jovens Bruxas”], que empalidecem em comparação com os filmes da saga “Crepúsculo”, com faturamento bruto mundial de 3,3 bilhões de dólares, e com os filmes de Harry Potter, que arrecadaram 7,7 bilhões de dólares.
Também podemos recordar RPGs de fantasia ocultista, como "Dungeons & Dragons" [Caverna do Dragão], de 1974, e seus muitos “herdeiros”, todos ligados ao mundo da feitiçaria.
Estudos psicológicos indicam que 60% ​​dos adolescentes com dependência química apontam a música “death metal” como seu gênero musical favorito. As letras glorificam o satanismo e o ocultismo, a anarquia, a violência, o abuso de mulheres e crianças, o assassinato, as drogas, o suicídio, o incesto, o estupro e a necrofilia. Richard Ramirez, famigerado assassino em série conhecido como Night Stalker, era obcecado com a banda de heavy metal ​(ou "death metal") AC/DC. Satanistas adultos são conhecidos por "recrutar" novos membros em shows desse tipo de música e em convenções de jogadores de videogame.
O Dr. Baehr observa que a maioria das crianças expostas ao satanismo e ao ocultismo por meio da mídia de entretenimento não adere automaticamente a esses grupos. Mas a maioria se torna insensível aos males ali representados e uma minoria significativa acaba ficando assustada e paranoica. Ele acrescenta que "pode ​​haver consequências de longo prazo ao se assistir a material antissocial" e, "lamentavelmente, de 7% a 11% dos adultos e até 31% dos adolescentes dizem querer copiar aquilo que veem".

Existe ainda outra forma de a nossa cultura promover a opressão demoníaca. Como explica o pe. Thomas, as pessoas atacadas por demônios têm muitas vezes feridas na alma, por terem sofrido abusos físicos ou sexuais na infância, o que muda a sua percepção da vida e de si mesmas e a sua capacidade de se relacionar com os outros. "Os demônios", diz ele, "estão sempre à procura de seres humanos com relações fragmentadas".
Os demônios podem possuir ou oprimir uma pessoa através dos seus sentidos; eles precisam de uma abertura que torne a vítima vulnerável. As “aberturas” mais comuns, de acordo com o pe. Thomas, incluem o vício em pornografia na internet e o uso de cocaína, metanfetamina e outras drogas que causam alucinações.
A obra "O Reino do Oculto", de Walter Martin e outros autores, traça o perfil de adolescentes do sexo masculino atraídos para o satanismo e para ocultismo por serem pessoas psicologicamente machucadas, rebeldes, hedonistas e niilistas, usuárias de drogas, solitárias e mal-sucedidas. Eles se sentem "impotentes, isolados e vítimas", e o satanismo lhes dá uma sensação de controle, de status e de pertencimento a um grupo.
Já os adultos são mais frequentemente atraídos para os cultos satânicos pelo seu elitismo, secretismo, hedonismo, pornografia, prostituição e desejo de adquirir poderes mágicos.
O pe. Thomas salienta que não devemos temer os ataques demoníacos. O seu filho ou o seu neto que joga RPG e a sua filha ou a sua neta que “ama” algum personagem de "Crepúsculo" não vão necessariamente acordar de repente com os olhos esbugalhados e falando fluente aramaico. Mas o pe. Thomas recomenda quatro meios cotidianos para nos protegermos dos ataques demoníacos: uma vida vivida de acordo com a boa moral, uma vida de oração, uma vida de fé e uma vida sacramental.
Todos nós faríamos muito bem se aceitássemos essas recomendações.

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