Som de Guerra

sábado, 31 de março de 2018

“O Padre Pio está comigo nos exorcismos – e o diabo tem medo”

O arrepiante depoimento de um discípulo do pe. Amorth, um dos maiores exorcistas do último século

pe. Piero Catalano é um discípulo espiritual do pe. Gabriele Amorth, falecido sacerdote italiano que era considerado um dos maiores exorcistas do mundo. O pe. Piero, que também é italiano, conta que, durante os exorcismos que realiza, recorre a relíquias de santos e invoca com grande eficácia o auxílio do Santo Padre Pio de Pietrelcina, a quem o diabo se refere como “o homem da barba” ou “Francesco Forgione“. Não é a primeira vez que um exorcista revela o quanto o diabo tem ódio e medo do simples nome do Padre Pio.

A vocação do pe. Piero

Depois de uma juventude dedicada ao voluntariado através do Movimento Gen, ligado aos Focolares, Piero foi ordenado sacerdote no dia 8 de dezembro de 1988, festa da Imaculada Conceição. Desde então, tem sido pároco em várias igrejas de Reggio Calabria, no sul da Itália.
Ele se preparou durante anos para exercer o ministério do exorcismo. Filho espiritual do pe. Amorth, pratica orações de libertação há 18 anos e, há três, foi oficialmente nomeado exorcista.
Corriere della Sera
L’esorcista calabrese

“Medo até de mencioná-lo”

O pe. Piero guarda muitas relíquias de santos, que usa durante os exorcismos. Outra de suas “armas” contra o diabo, especialmente poderosa, é o nome (e a presença) de São Pio de Pietrelcina.
De acordo com o testemunho do sacerdote, São Pio muitas vezes se faz presente durante os exorcismos, a ponto de a pessoa possuída revelar medo e fazer afirmações como “O homem da barba está aqui!“. O exorcista então pergunta: “E por acaso ele se chama São Pio de Pietrelcina?“. O possuído responde sem nomeá-lo: “Não! Ele se chama Francesco Forgione“.
O pe. Piero reforça:
“O DEMÔNIO TEM MEDO ATÉ DE MENCIONAR O PADRE PIO”.
 
@DR

A presença diabólica

O exorcista conta que procura discernir primeiramente se há de fato uma possessão. Se julgar que não se trata de um caso real de presença do diabo, ele se limita a fazer uma oração de libertação.
Para conhecer melhor quais costumam ser os indícios de real possessão diabólica, o leitor pode consultar o artigo “Possessão demoníaca: os sinais que a medicina não consegue explicar”. ACESSE-O AQUI.

“Você quer vir para o meu lado?”

O pe. Piero relata:
“O DIABO FAZ TODO O POSSÍVEL PARA TENTAR TAMBÉM A NÓS, EXORCISTAS. UMA VEZ ELE ME PERGUNTOU: ‘QUANTO VOCÊ QUER PARA PASSAR PARA O MEU LADO?’. EU RI, PORQUE FIZ UMA ESCOLHA PELA POBREZA. NÃO TENHO DINHEIRO NEM PARA PAGAR MEU FUNERAL E COMPARTILHO TUDO COM OS POBRES. E ELE: ‘SE EU PUDESSE, MATARIA VOCÊ NESTE INSTANTE’. EU RESPONDI: ‘MAS VOCÊ NÃO PODE, PORQUE EU PERTENÇO A JESUS!’”.

http://cirios.com.br/o-padre-pio-esta-comigo-nos-exorcismos-e-o-diabo-tem-medo/ 

PORQUE O DEMÔNIO ODEIA MARIA - Por Frei Elias Vella


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Frei Elias Vella é padre exorcista da Ilha de Malta. Ele esteve pregando retiro na Canção Nova nos dias 9 a 11/07/2004.

“Uma arma que é muito efetiva e poderosa para vencer o demônio, é Maria. O demônio treme diante de Maria. Eu agora vou dizer algo que pode chocar você um pouquinho: durante as orações de exorcismo, quando mencionamos o nome Maria para o demônio, ele se torna até mais furioso do que quando a gente menciona Jesus”.

Continua Pe Elisas: “Vou tentar explicar: eu não estou dizendo que ele tema mais a Maria do que a Jesus. O que eu estou dizendo é que ele se torna mais raivoso quando se menciona Maria do que quando se menciona Jesus. E a razão é a seguinte: ele sabe que Jesus é o filho de Deus. Ele sabe que Jesus o venceu. Apesar de ser tão orgulhoso ele sabe que precisa dobrar o joelho diante de Jesus. Mas ele não pode agüentar que Maria, uma criatura, uma criatura humana possa tê-lo vencido”. 

Segue pe Elias: “Durante o exorcismo, Deus ordena ao demônio a dizer a verdade. Quando um exorcista pergunta ao demônio: “por que você treme diante de Maria”? Neste momento, Deus ordena ao demônio que responda. E que responda a verdade. E o demônio responde: “eu odeio Maria porque ela é muito humilde”. O demônio não tem medo das pessoas que ficam gritando ao tentar expulsá-lo. Ele não se impressiona com gritaria. Ele é um espírito. Não tem ouvido. Então não há utilidade nenhuma ficar gritando”.

“O demônio odeia a humildade. Ele não tem medo de gritaria, mas a humildade o apavora. Quanto mais humilde, mais ele treme. Exatamente porque ele é orgulhoso”. (Padre Elias Vella).

COMENTÁRIO 

Maria mesmo disse: “manifestou o poder de seu braço: desconsertou os corações dos soberbos. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes”. (Lc 1, 51-52)

O demônio tentou Eva, dizendo que se ela comesse do fruto proibido se tornaria igual e independente de Deus. Eva entrou na dele. Com o sonho de se tornar igual a Deus, (orgulho) comeu do fruto e depois percebeu o quanto foi enganada. Maria, ao saber que fora escolhida por Deus para ser mãe de Seu Filho, tinha todos os motivos para se assoberbar e orgulhar. No entanto, eis o que ela diz: “eis aqui a escrava do Senhor. Faça-se em mim, segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). 

TOMEMOS CUIDADO! Alguns sinais de que alguém pode estar sendo movido pelo espírito do mal (orgulho) e não pelo Espírito Santo. Quando passa a afirmar:- Eu estou salvo e você está condenado.- Só eu estou certo e você está errado. - Só minha igreja salva. Fora delas todos estão condenados.

- Eu não faço nada de errado. Estou certo!- Eu não obedeço a homens. Só a Deus.

- Eu não aceito Maria. Ela é uma mulher como outra qualquer. 

BRECHAS: 

São espaços que podemos dar para que o demônio entre. Evitemos tê-laspecados não confessados; - falta de perdão,

- envolvimentos com práticas de superstições.

- A DESOBEDIÊNCIA É, DE TODAS, A MAIS TERRÍVEL.

Todas as chances que tivermos de obedecer, obedeçamos. Assim, o orgulho ficará do lado de fora e a humildade habitará em nosso coração.

A forma eficiente de receber a Cura – Frei Elias Vella

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A forma mais eficiente de receber a cura e a libertação é através da oração de louvor. Quando louvamos a Deus nós submetemos nossas vidas a Ele. É na nossa fraqueza que encontramos toda a nossa força. Quando estamos louvando ao Senhor é o mesmo que dizermos a Ele que somos pessoas fracas que precisamos de ajuda d’Ele, da Sua cura e de Sua libertação e do Seu amor.

Precisamos orar em línguas. Porque quando oramos em línguas nos apresentamos diante do Senhor como criancinhas que estão aprendendo a falar. A I Carta aos Coríntios, capítulo 12, é a prece da criancinha. Muitas vezes, a criança não sabe como se expressar diante da sua mãe, ela apenas balbucia, e aquelas sílabas que os pequenos pronunciam só a mãe consegue entender. Não vamos encontrar essa linguagem infantil em nenhum dicionário, mas para a mãe aquilo tem muita expressividade.

Muitas vezes, nos encontramos diante de Deus sem saber o que pedir, como criancinhas. Não sabemos em que linguagem devemos nos comunicar com Ele, então a língua que usamos para falar com Ele é a de uma pequena criança. E não importa sobre o que vão dizer sobre nós de utilizarmos essa língua. Eu sou um(a) filho(a) livre diante de Deus, que se comunica comigo.

"Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis (cf. Romanos 8,26).

Paulo fala nessa passagem bíblica que muitas vezes não sabemos como orar, então nós pedimos ao Espírito, que habita em nós, para orar em nós ao Pai, para orar numa língua que é a língua d’Ele [Espírito Santo]. E São Paulo expressa isso ao dizer que é o Paráclito que vem em auxílio à nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis, e esses gemidos, que não podem ser traduzidos em palavras, é o Espírito orando em nós ao Pai segundo nossas necessidades, e que hoje, vem orar através de nós.

Estamos pedindo que o Espírito Santo de Deus venha orar em nosso nome para que a nossa oração chegue ao Pai, porque o Espírito sabe exatamente o que estamos necessitando.

Pelo Espírito vamos descobrir necessidades que nós mesmos não temos conhecimento; e uma coisa que precisamos fazer é entregar as nossas necessidades nas mãos do Espírito Santo, que sabe muito mais que nós o que precisamos.

Qual é o Pai que se rejubila vendo um filho sofrendo? Ou morrendo de fome e sede?

O Senhor não se alegra com isso! Não é Deus que causa todos esses desastres ao mundo. Ele não traz doença nem sofrimento. Caso contrário, qual seria o sentido de ir até Jesus buscar cura e libertação?

Ao contrário do que pensamos, Deus tem compaixão, e compaixão vem do latim que significa "sofrer junto". Ele não nos promete cura e libertação, mas Ele já nos está dando a cura e a libertação ao derramar o Seu Espírito que nos faz voltar à vida, e não nos deixará como ossos que estão secos, mas através desse sopro do Espírito nos fará criaturas vivas.

Lembra como a Bíblia apresenta a criação do homem? O homem que era apenas barro e o Senhor sopra naquele barro e o torna vivo. Lembra quando Jesus soprou sobre os apóstolos e derramou sobre eles o Seu Espírito Santo e eles se tornaram novas criaturas a partir daquele momento? Jesus, hoje, sopra cada um de nós e a partir disso você se torna uma nova pessoa, nos tornamos pessoas curadas e libertas.

Senhor, nós cremos em Tua Palavra. Não é apenas uma promessa, mas uma realidade! Tu és fiel na Tua Palavra. Eu abro, Senhor, meu coração para qualquer cura e libertação que queira fazer em mim. Abra os nossos corações, meu Senhor, para que possamos receber toda a cura que vem de Ti, e receber novamente a verdadeira vida.

Eu sei que o Senhor deseja fazer isso com todo o Seu povo. O Senhor deseja fazer isso comigo e eu Te agradeço, Senhor, por me fazer uma pessoa viva!

Frei Elias Vella 
Franciscano conventual, líder da RCC na Ilha de Malta

Os três inimigos da alma


A alma que se põe em caminhada rumo ao céu encontrará diante de si diversas barreiras. Precisará superar diversas adversidades, tanto externas quanto internas para alcançar a tão sonhada meta: o céu. Este estudo tem o ensejo de trazer luz aos olhos, aos olhos da fé para que se possa distinguir, na caminhada, o que pode nos fazer cair e, conhecendo-o, como enfrentar. Falaremos de três “tropeços” que oferecem oposição direta à alma peregrina: os três inimigos da alma.
Antes de prosseguir, rezemos um pouco, clamando a ação do Espírito Santo em nossos corações, para que o véu que antes cobria nossos olhos seja rasgado e que a luz de Deus, com todas as suas revelações adentrem profundamente em nossa alma para nos libertar das cadeias que nos impedem de trilhar os passos de Jesus. Amém!
Ao abrirmos o Evangelho de São Marcos no capítulo 4, a partir do versículo 1, nos depararemos com a parábola do semeador:
“Jesus dizia-lhes em sua doutrina: ‘Ouvi: saiu o semeador a semear. Enquanto lançava a semente, uma parte caiu à beira do caminho e vieram as aves e a comera. Outra parte caiu no pedregulho onde não havia muita terra; o grão germinou logo, porque a terra não era profunda; mas assim que o sol despontou, queimou-se e, como não tivesse raiz, secou. Outra parte caiu entre os espinhos; estes cresceram, sufocaram-na e o grão não deu fruto. Outra caiu em terra boa e deu fruto, cresceu e desenvolveu-se; um grão rendeu trinta, outro sessenta, outro cem.’ E dizia: ‘Quem tem ouvidos para ouvir, ouça’.”
Neste ensino de Jesus, podemos perceber aquilo o que São João da Cruz chama de “os três inimigos da alma”. Estes são três estorvos que, se não combatidos podem até mesmo nos tirar da comunhão com Deus. Eles fazem forte oposição à alma que quer se achegar cada vez mais ao Coração do Pai. Todos os danos recebidos pela alma provêm destes inimigos. Vamos, a partir do Evangelho, conhecê-los:
-“Outros ainda recebem a semente entre os espinhos: ouvem a palavra mas, as preocupações mundanas, a ilusão das riquezas, as múltiplas cobiças sufocam-na e a tornam infrutífera”. (Mc 4,19). Temos diante de nós o primeiro inimigo- e o mais fácil de ser combatido: o MUNDO.
– “Alguns se encontram à beira do caminho, onde ela é semeada; apenas a ouvem, vem Satanás tirar a palavra neles semeada”.(Mc 4,15). Nos deparamos com nosso segundo inimigo: o DEMÔNIO.
-“Outros recebem a semente em lugares pedregosos;quando a ouvem, recebem-na com alegria; mas não têm raiz em si, são inconstantes, e assim que se levanta uma tribulação ou perseguição por causa da palavra, eles tropeçam”. (Mc 4,16-17). Por fim, encontra-se nesta narrativa de Jesus, o terceiro inimigo da alma: a CARNE.
Podemos ver neste Evangelho que, aquilo o que é tirado pelos pássaros (demônio); sufocado pelos espinhos (mundo) ou queimado pela ausência de uma raiz profunda (carne) neste terreno – que é o terreno do nosso coração – é a palavra semeada pelo semeador. Ora, se fizermos um paralelo com o que São Paulo nos explica sobre a armadura do cristão (cf. Ef 6,13-17) perceberemos que o cinto (da verdade), a couraça (da justiça), o escudo (da fé) e o capacete (da salvação) são elementos de defesa que nos ajudam a esquivar dos ataques inimigos. Os pés calçados com a prontidão de anunciar o Evangelho nos impulsiona a ir em busca de outras almas. Porém, o soldado bem preparado não pode apenas se defender do inimigo mas também atacá-lo! E o instrumento da armadura que o Senhor nos dispõe para atacar os inimigos é exatamente a ESPADA do Espírito, que é a PALAVRA DE DEUS. E foi assim que o próprio Senhor o fez. Se lembrarmos bem da ocasião da tentação no deserto (cf. Lc 4,1-13), Jesus se deparou frente a frente com satanás e o venceu justamente pela Palavra de Deus. As respostas dadas por Jesus não foram senão aquilo o que já estava nas Escrituras. E, mais do que conhecer bem a Escritura, Jesus a vivia plenamente.
Assim, o que os três inimigos tentam destruir é justamente a palavra de Deus plantada e cravada em nosso coração. Dessa forma, ficamos sem armas para o ataque, tornando-nos presas fáceis. Trata-se então de uma verdadeira GUERRA, uma batalha espiritual com soldados, estratégias e tanques de guerra. E o que está em jogo não são limites territoriais ou o desarmamento nuclear… mas a nossa própria salvação! O que está em jogo é o Céu. Vemo-nos diante de três acampamentos inimigos com suas barricadas já a postos. Cada um ataca de uma maneira, tendo suas particularidades e estratégias próprias. Mas sabemos que, em Cristo somos mais que vencedores e que esta batalha já foi ganha na Cruz! É preciso apenas garanti-la em nossas vidas!
São João da Cruz nos ensina que os três inimigos encontram-se de tal forma entruncados que, ao se dar a vitória a algum deles, todos se fortalecem. Porém, em contrapartida, vencendo-se um, enfraquecem-se os outros dois. Vencidos os três, cessa a guerra da alma. Mas, para vencer o inimigo, é preciso conhecê-lo, saber de suas estratégias e artimanhas. A seguir, falaremos particularmente de cada um.
O MUNDO
Dentre os três inimigos da alma, o mundo é o mais fácil de ser vencido, uma vez que exige de nós uma tomada de posição clara e decisiva: SIM ou NÃO. Trata-se aqui de termos a opção clara de qual senhor queremos servir: ao mundo ou a Jesus? Temos que OPTAR: ou amamos o mundo, com suas falsas delícias e mentiras ou amamos o Senhor que nos deu a vida. Não se pode, como o próprio Jesus já ensinou, amar o mundo e a Deus ao mesmo tempo. É como querer navegar com o pé em dois barcos. A princípio, com o mar calmo pode-se até conseguir, mas chega-se em um ponto, em um dado momento que é preciso optar e ir pra um dos barcos. E assim, o outro se distancia. Na alma acontece da mesma forma: ao estarmos com Jesus todas as outras coisas tornam-se para nós “esterco”. Em Jesus temos a plenitude da vida e nada no mundo pode suprir aquilo o que encontramos no Salvador… por mais belos e atraentes que possam parecer. Nada se compara à presença de Jesus. Nada se compara à Vida Eterna.
A resistência que o mundo oferece pode ser para muitas almas uma barreira quase que intransponível. São mostradas à alma (principalmente no início da caminhada, quando os pés ainda tremulam um pouco) as “perdas” que ela terá caso optar pela porta estreita de Jesus: a “perda” dos amigos, a “perda” dos deleites mundanos (muitos se desesperam e têm medo ao pensar que não mais poderão provar dos prazeres oferecidos pelo mundo) e a “perda” da consideração e admiração dos antigos amigos e conhecidos (medo do desprezo do do mundo). Neste momento no entanto, devemos nos alicerçar nas palavras animadoras de Jesus: “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia” (Jo. 14.18). Ora, ser “odiado” e desprezado pelo mundo é a prova concreta de que estamos no caminho certo, de que estamos seguindo verdadeiramente os passos do Mestre, a quem o mundo odiou primeiro. Nada há que se temer, pois o Senhor nos escolheu no mundo e nos retirou dele. Por isso a importância de renunciar às “glórias” e “deleites” mundanos em função da Glória celeste que está em Jesus… Ter a convicção de que, diante do Jesus o que podemos ver como perda, é antes, um ganho para Deus. É hora de trocarmos tudo, pelo Tudo que é o Senhor.
Dessa forma, se optarmos de uma vez por todas por Jesus este inimigo não mais terá força contra nós. Então, a palavra chave para lutar e vencer este primeiro inimigo é DESAPEGO. Desapego dos bens materiais mas também, desapego das pessoas. Temos que ter em mente que TUDO passa, só o Amor (que é Deus) ficará. Nosso corpo, PASSA! Nosso dinheiro, ACABA! Nossa roupa, RASGA! Nossos estudos PASSAM! O emprego, PASSA! O namoro, ACABA! A faculdade, ACABA! A casa, ACABA! Os prazeres mundanos, PASSAM! A bebida, ACABA! A comida, ESTRAGA! As pessoas, MORREM! Os amigos, SE VÃO! Não vale a pena desgastar a nossa vida com aquilo o que passa… muito menos nos apegar e ancorar nisto… Não! Apeguemo-nos ao Senhor… Ele não passa… Ele é eterno… é o mesmo ontem, hoje e sempre! Deste mundo nada se leva, nem mesmo os prazeres…
Opte pelo Senhor e essa batalha será ganha! Buscai primeiro o Reino de Deus e TUDO te será dado em acréscimo (cf. Mt 6,33-34)
O DEMÔNIO
Se o mundo é o mais fácil dentre o três, este segundo inimigo, o demônio, é o mais difícil de se descobrir suas obras. Antes de nos aprofundarmos mais, precisamos ter a certeza de que o demônio existe e oferece forte oposição contra nossa caminhada ao céu. Ele se aproveita dos outros dois inimigos para se fortalecer. O mal, conforme nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, não é uma abstração, mas é uma pessoa, e tem nome: o anjo decaído do céu. ( veja mais sobre a existência do demônio com o Pe.Gabrielle Amorth)
Dentre os três, ele é o mais forte e o mais obscuro de se perceber, suas astúcias e tentações são as mais fortes e duras de se vencer por se tratar de um ser espiritual. Sua inteligência e acuidade mental são superiores à nossa. Suas faculdades são maiores que a humana, uma vez que, sendo anjo, possui a natureza e capacidades angelicais.
Só pela luz do Espírito e pelos ensinos da Igreja sobre o demônio conseguimos desvendar as artimanhas e insídias do inimigo de Deus. Sabemos que as obras demoníacas são repugnantes e por isso, para nos oferecê-las, satanás precisa revesti-las sob a forma do bem. Caso contrário, não a aceitaríamos. Daí a importância do dom carismático do discernimento dos espíritos (cf. I Cor 12,10). Com ele, o Senhor nos dá a graça de discernir, em determinado momento de nossas vidas ou na vida do irmão qual espírito está agindo… se o Espírito de Deus, o espírito humano ou o espírito diabólico. Assim, o inimigo é fragilizado pois suas obras são desmascaradas.
E só pela força de Deus conseguimos vencê-lo. É estando em comunhão com o Senhor que esta batalha é ganha, uma vez que a força de Deus é infinitamente superior à de satanás. Este é uma criatura e, sendo assim, diante da onipotência de Deus, é infinitamente limitado e derrotado. Santa Tereza d’Ávila afirmava que para ela, uma mosca a incomodava mais que o próprio demônio.
Da mesma forma, é pela HUMILDADE que vencemos o diabo e tornamos fracas todas suas obras. Ora, o demônio “afronta tudo o que é elevado, é o rei dos mais orgulhosos animais”(Jó 41,25). Assim, diante do humilde ele não tem forças para derrubar. Pode até mesmo tentá-lo, mas não encontra nele uma ocasião de queda. Voltemos à cena da tentação no deserto: satanás até tentou derrubar Jesus mas, perante a Humildade encarnada não pôde fazer nada. Da mesma forma conosco: quanto mais humildes formos, mais semelhantes a Jesus! Quanto mais humildes, menos ocasiões de queda serão encontradas em nós, uma vez que o “rei dos mais orgulhosos animais” conhece bem a natureza de uma alma orgulhosa.
A um primeiro momento, a humildade parece ser algo fácil de se alcançar e mesmo, algo superficial. Mas não o é. Humildade exige desapego de si mesmo. Desapego das próprias vontades, do próprio querer. Humildade supõe humilhação. Humildade supõe obediência. Humildade exige silêncio mesmo diante de acusações e falsos testemunhos. Humildade exige esquecer-se de si mesmo. Humildade exige considerar o outro maior do que você. Humildade brota do coração. Um coração humilde nem hesita em dar a vez, a razão e o controle ao outro e principalmente a Deus. Ora, foi assim com Jesus. Jesus foi obediente ao Pai até a morte de Cruz. Sobrepôs a vontade do Pai à sua. Calou-se diante acusações humanas. Ele, sendo Deus e conhecendo todos os corações, poderia ter se defendido diante do Sinédrio. Mas não. Deixou-se humilhar ainda mais para fazer a vontade do Pai. Calou-se. Amou. Obedeceu. Uma alma soberba, por mais que tente, não consegue obedecer. Sempre considera suas idéias superiores às dos outros.
Assim, quanto mais humildes formos, mais parecidos com Jesus seremos e mais força teremos diante do demônio para vencê-lo. Pois o Senhor desconcerta o coração dos soberbos, derruba do trono os poderosos e exalta os humildes (cf. Lc 1, 51-52). Em contrapartida, quanto mais soberbos, mais nos pareceremos com o rei dos mais orgulhosos animais. Cabe a nós optarmos, mais uma vez, a qual rei estaremos servindo e nos espelhando.
Podemos portanto, classificar duas armas contra este segundo inimigo da alma: ORAÇÃO (para desvendar suas obras e estar em comunhão com Deus) e HUMILDADE para nos assemelharmos cada vez mais com Aquele que já o venceu: Jesus.
A CARNE
Por fim, o terceiro inimigo que investe contra a alma: a carne. Esta, dentre os três, é o mais tenaz e pegajoso dos inimigos. Ela oferece continuamente uma oposição ao espírito e durará até quanto durar o homem velho em nós. Trata-se portanto de uma batalha árdua, uma vez que o homem velho durará enquanto durar nossa vida, devido à concupiscência existente em nós. Conta-se que Santo Inácio de Loyola escrevia diariamente em sua mão o pecado que durante o dia inteiro ele precisaria combater. No dia de sua morte, perceberam que sua mão estava fechada e que trazia consigo um papel. Ao abrirem a mão, perceberam que no papel estava escrito: ORGULHO. Santo Inácio, mesmo no dia de sua morte estava combatendo contra a sua carne!
Trata-se de um inimigo mais complicado de se vencer uma vez que, com os demais inimigos travamos uma luta externa. O mundo e o demônio são inimigos que agem exteriormente. Já a carne não. Está em nós: são os NOSSOS próprios desejos e impulsos. É uma luta não contra NÓS mas contra o pecado que habita em nós. Podemos perceber a angústia e batalha travada do apóstolo Paulo ao se deparar com suas próprias fraquezas em Rm 7, 14ss:
“Eu sei que em mim, isto é, em minha carne, não habita o bem: porque o querer o bem está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo. Não faço o bem que gostaria mas o mal que não quero. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu que faço, mas sim o pecado que em mim habita. Encontro pois em mim esta lei: quando quero fazer o bem, o que se me depara é o mal. Deleito-me na lei de Deus no íntimo do meu ser. Sinto porém nos meus membros outra lei, que luta contra a lei do meu espírito e me prende à lei do pecado, que está nos meus membros. Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte? Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, nosso senhor! Assim pois, de um lado, pelo meu espírito sou submisso à lei de Deus; de outro lado por minha carne, sou escravo da lei do pecado”.
Árduo combate, uma vez que dentro de nós estão em confronto duas leis: a do espírito e a do pecado. De um lado, encontra-se, em função do pecado original, a concupiscência carnal – que é a tendência a fazer o mal. Por outro lado, em nosso coração estão cravados os mandamentos de Deus e suas leis. Eis a batalha.
E essa luta, este combate interior PRECISA acontecer. Precisa, diariamente, existir em nós. Caso contrário podemos perceber que estamos dando a vitória continuamente à carne. Pois realizar aquilo o que a carne pede é nos satisfazer pessoalmente. Lutar contra ela não o é. Lutar contra a carne, ou seja, lutar contra os nossos próprios desejos dói. E precisa doer porque o Amor Verdadeiro dói. Na Cruz foi assim. Conosco precisa ser da mesma forma. Enquanto não estiver sangrando, se não estivermos neste conflito experimentado por São Paulo, certamente é a carne que está ditando nossas ações.
Vencer a carne é não ser refém dos próprios sentimentos, dos desejos e do querer. Assim, é preciso constância para mantermos firmes e inabaláveis os propósitos assumidos diante de Deus, bem como a fidelidade aos planos e pedidos do Pai a cada um. Vencer a carne é fazer aquilo o que NÃO gostaríamos de fazer. Os homens guiados pelo Espírito não fazem aquilo o que gostariam de fazer porque “os desejos da carne se opõe aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros” (Gl 5,17). Ora, se é o Espírito que nos guia, se é o Senhor que habita em nós fazemos a vontade dAquele que nos criou. E muitas vezes a vontade de Deus não é a nossa. Assim, exige-se de nós a mortificação. Nas pequenas coisas cotidianas vencemos a carne se fazemos aquilo o que não gostamos de fazer. Seja o arrumar casa, o passar roupa, o fazer a vontade do outro, o silenciar diante das contrariedades, o lavar o carro, enfim… se nas pequenas coisas conseguimos dizer NÃO às regras da carne, na luta contra o pecado será da mesma forma.
E vencer a carne é, antes de tudo, vencer o pecado que nela habita. Arrancá-lo de nosso coração como se faz com as ervas daninhas em um terreno. Na maioria das vezes, as ervas daninhas são arrancadas superficialmente, uma vez que a raiz está arraigada, profundamente presa ao solo. Muitas vezes conseguimos arrancar apenas as folhas. Porém, em pouco tempo, elas crescem com mais vigor. É preciso um veneno específico para aniquilá-las. Em nosso coração, acontece da mesma maneira. Precisa-se de uma intervenção direta de Deus para arrancar por inteiro a raiz do pecado em nós. O sangue de Jesus precisa ser derramado para queimar e acabar com as ervas daninhas insistentes do nosso coração. Caso contrário, arrancaremos apenas superficialmente o pecado, deixando a raiz. Seremos eternos reincidentes no pecado. E este trabalho – o de arrancar o pecado pela raiz – precisa ser feito não por nós, mas pelo Agricultor que cuida de nós. A nós cabe apenas cultivar um terreno dócil à ação de Deus. Quanto mais fofa a terra estiver, mais fácil de arrancar pela raiz as plantas indesejadas.
Assim, para vencermos este terceiro e pegajoso inimigo precisamos da constância e da mortificação. Caso contrário, seremos como a semente que até germinou mas não tinha raiz em si. No primeiro vento ou sol forte ela se desfaz.
Por fim, o Senhor nos convida a fazer de nosso coração um terreno fértil! Terreno úmido, regado pelo Espírito e que dá bons frutos. Terreno onde a palavra é semeada e VIVIDA! Onde a Palavra é encarnada. Palavra que é força de ataque contra os três inimigos da alma. Quanto mais alicerçados na Palavra do Senhor, menos forças terão nossos inimigos contra nós! À alma firmemente alicerçada no Palavra de Deus e no seu devido cumprimento pouco se pode fazer.
Portanto, armadura a postos e, na certeza de já sermos vencedores, unamos à toda a milícia celeste para lutarmos contra aqueles que nos fazem cair, pois a BATALHA É DO SENHOR!

Ana Carolina Zabisky
Fonte: Comunidade Beatitudes do Coração de Jesus

https://www.comshalom.org/os-tres-inimigos-da-alma/

sexta-feira, 30 de março de 2018

Por que os cultos satânicos implicam tanto com o catolicismo?


Você já percebeu que os satanistas não costumam zombar de hindus, judeus, muçulmanos e nem mesmo dos protestantes?

O Harvard Extension Cultural Studies Club tentou realizar nesta semana uma missa negra, paródia satânica do santo sacrifício da missa. Eles chegaram até mesmo a anunciar que profanariam uma hóstia consagrada durante a sua "celebração".
 
Agora, porém, o grupo responsável pela missa negra está afirmando que não tem hóstia nenhuma, porque eles “respeitam todas as religiões e não querem que ninguém se sinta ofendido”. Dizem eles: “Entendemos o poderoso papel da Eucaristia na religião cristã e de forma alguma queremos parecer desrespeitosos das suas tradições”.
 
A minha primeira impressão ao ler isso foi de que se trata da perfeita imagem da academia do século XXI: eles querem realizar nada menos que uma missa negra satânica, mas sem ofender ninguém!
 
Depois de uma reflexão mais aprofundada, no entanto, ocorreu-me que este é um poderoso argumento em favor do catolicismo. Vamos pensar da seguinte maneira:
 
A Eucaristia ou é Jesus ou é o mal.
 
Como eu recordei em outro texto, no mês passado, a Eucaristia ou é Jesus ou é mero pão e vinho. Se a Eucaristia é Jesus, então todos deveriam ir à missa para adorar o Senhor. Se a Eucaristia é Jesus, não deveria haver protestantismo, mormonismo, islamismo, ateísmo, etc. Mas se a Eucaristia não é Jesus, então, durante dois mil anos, os pretensos seguidores de Jesus Cristo foram idólatras. E, se este fosse o caso, ninguém deveria ser católico.
 
Estas são, portanto, as duas apostas. Todo mundo, diante de Jesus de Nazaré, se confronta com uma questão crucial: Ele é Deus, de alguma forma misteriosa, ou não é? Os primeiros cristãos formularam esse dilema como "aut Deus aut malus homo" (ou Deus ou um homem mau). Todo mundo, diante da Eucaristia, se confronta com a mesma disjuntiva: ou é Deus ou é idolatria.
 
E, é claro, se a Eucaristia é idolatria pagã, então ela é demoníaca! Lembremo-nos de I Coríntios 10,20: "O que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios, não a Deus". A Eucaristia é Jesus ou é um ídolo? O sacrifício da missa é oferecido a Deus ou aos demônios?
 
Satanás odeia a Eucaristia
 
A missa negra satânica é uma inversão ritual (e uma zombaria) do santo sacrifício da missa, realizada por satanistas. Existem dois tipos de satanistas: os "satanistas de LaVey" e os "satanistas teológicos". O Tempo Satânico, entidade por trás da missa negra anunciada (e cancelada) nesta semana, é formado por satanistas da corrente de LaVey. Em outras palavras, são ateus que não acreditam em Satanás e que usam o "satanismo" como simples ferramenta para provocar e assediar os cristãos (ao contrário dos "satanistas teológicos", que de fato acreditam em Satanás e o adoram). Essa história da missa negra nas dependências da Universidade de Harvard, assim como o monumento satânico em Oklahoma, é uma provocação deliberada. Agora: estejam os praticantes desse culto brincando com o ocultismo ou agindo a sério, não há dúvida de que eles estão lidando com forças espirituais perigosamente obscuras. Satanás está agindo nessa história.
 
E é importante ressaltar que, quando os satanistas (de ambos os tipos) querem zombar de um ritual religioso, podemos apostar que o alvo vai ser o santo sacrifício da missa. Quantas vezes você já ouviu falar que rituais muçulmanos, hindus, judeus ou mesmo protestantes foram submetidos a algum escárnio satânico tão intenso quanto a missa católica?
 
E esse direcionamento satânico contra a missa não tem nada de novo. Já no século IV, Santo Epifânio de Salamina descreveu uma seita gnóstica que parodiava pervertidamente a santa missa. Sem entrar em detalhes, basta dizer que os membros daquela seita ficaram conhecidos como "os imundos".


https://pt.aleteia.org/2014/05/16/por-que-os-cultos-satanicos-implicam-tanto-com-o-catolicismo/2/

Ex-satanista mexicano retorna à Igreja e testemunha: “O terço é poderoso!”

David Arias

"Quando alguém reza o terço, o mal fica irritado!”, afirma o homem que tinha passado quatro longos e obscuros anos em uma seita satânica

David Arias nasceu na Cidade do México, mas, aos 16 anos, se mudou para a Califórnia, onde colegas de escola o apresentaram ao famigerado jogo ocultista da ouija – e o convidaram a usá-lo em um cemitério para contatar demônios.
Embora tivesse crescido numa família “culturalmente católica”, David relata que tinha muitas discussões com os pais e familiares. Ele descreve a si mesmo como um “perturbador”. De bases frágeis na fé, não foi difícil que os novos amigos californianos o convencessem a participar de festas secretas que incluíam todo tipo de promiscuidade sexual e consumo ilimitado de álcool e drogas. Também não tardou para que eles o convidassem a fazer parte de um grupo fechado que denominavam “a igreja de Satanás”.
Naquele grupo havia gente de todas as idades, etnias e classes sociais, desde aqueles que só andam vestidos de preto e que pintam de preto os olhos e lábios até outros que, segundo David, “pareciam autoridades“: médicos, advogados, engenheiros… Com 16 anos de idade, David era um dos mais jovens. O grupo tomava cuidados para evitar a polícia e ameaçava matar qualquer membro que divulgasse as práticas internas.
Foram longos quatro anos participando da seita. Mas aquilo que o próprio David define como “um vazio interior” o fez renunciar àquele estilo macabro de vida e a voltar-se para Deus e para a sua fé católica original. Depois que reempreendeu o caminho de volta, David se casou, teve filhos e passou a participar ativamente da vida paroquial, compartilhando com todos a obscura história do seu passado, em especialmente na comunidade hispânica da Califórnia.
Hoje David insiste para que os pais acompanhem muito conscientemente os seus filhos, já que as crianças “têm acesso muito fácil a muitas coisas bastante prejudiciais”.
Além disso, ele recomenda participar sempre da Santa Missa, confessar-se com regularidade e rezar o rosário. Aliás, ele enfatiza:
“O rosário é poderoso. Quando alguém reza o terço, o mal fica muito irritado!”.

https://pt.aleteia.org/2018/03/27/ex-satanista-mexicano-retorna-a-igreja-e-testemunha-o-terco-e-poderoso/ 

domingo, 25 de março de 2018

Possessão demoníaca: os sinais que a medicina não consegue explicar

Alterações somáticas são os principais sinais de uma presença satânica cientificamente inexplicável

Será que a psicanálise consegue sempre dar explicações aos casos de alegada possessão diabólica? Ou haverá casos em que a ciência não consegue oferecer um diagnóstico definitivo para supostas pessoas “possuídas”?
O autor Raul Salvucci, no livro “Cosa fare con questi diavoli” (“O que fazer com esses demônios”, ainda sem tradução ao português), menciona dores físicas sentidas por pessoas que sofreram malefícios e que não puderam ser explicadas pela medicina:
“Os efeitos negativos para a saúde são habituais quando ocorre um malefício. Há modalidades diversas; nem sempre estão todas presentes, nem têm sempre a mesma intensidade. Variam de pessoa para pessoa, dependendo da compleição física, e descarregam a maior negatividade sobre os pontos mais frágeis”.
O professor Luigi Janiri, das Universidades Lumsa, de Roma, e Católica, de Milão, é psiquiatra e psicoterapeuta, estudou de perto esses fenômenos e declarou à Aleteia Itália:
“Os fenômenos escassamente explicados ​pela psiquiatria e que se verificam nos casos de possessão considerados demoníacos estão numa espécie de faixa de transição entre as condições francamente psicopatológicas (especialmente a histeria e os transtornos dissociativos) as de possessão propriamente dita. No caso dessas últimas, também deveriam ser diferenciadas as situações em que o ente maléfico age de fora do sujeito, causando vexações ou infestações ambientais”.

Sete sinais

Os fenômenos que, segundo Janiri, são reconhecíveis como “paranormais” ou pelo menos “extraordinários” e interpretáveis ​​como “presença” de uma entidade estranha no corpo de um indivíduo (geralmente demoníaca) são os seguintes:
1) Alterações somáticas: mudanças da cor dos olhos, surgimento de estigmas ou outras “inscrições” cutâneas, marcas de fogo, hemorragias inexplicáveis, mudanças bruscas no tom e no timbre da voz etc;
2) Titanismo: força incompatível com o físico da pessoa ou que a leva a executar façanhas como levantar pesos desproporcionais, arremessar grandes móveis ou lançar objetos muito pesados;
3) Levitação: alçar-se do solo sem apoio;
4) Falar em línguas desconhecidas pela pessoa; com frequência, além do mais, são línguas mortas ou arcaicas;
5) Ler pensamentos alheios: demonstrar saber o que o interlocutor está pensando ou sentindo no momento;
6) “Vomitar” objetos que a pessoa não pode ter introduzido em si mesma, como pregos ou pétalas de flores; neste mesmo conceito, acrescentam-se ainda fenômenos como o surgimento “prodigioso” de objetos do nada ou a transformação de objetos em outros diferentes;
7) Hipersensibilidade aos símbolos sagrados: é frequente que fenômenos como os mencionados acima ocorram espontaneamente durante a missa, em particular durante momentos muito significativos, como a bênção; ou na presença de padres, mesmo que não sejam exorcistas; ou durante a realização de exorcismos.

Dos estigmas às línguas estranhas

Ainda segundo Janiri, alguns desses fenômenos estão no limite entre as condições explicáveis ​​pela medicina e as que são inexplicáveis cientificamente, e, por isso mesmo, atribuíveis a causas sobrenaturais: servem como exemplo as mudanças de voz e algumas manifestações cutâneas, como sangramentos e estigmas, que podem ocorrer em estados de alteração psicossomática (certos tipos de histeria); ou o falar em línguas aparentemente ignoradas, o que pode ter a ver com conhecimentos pré-existentes dos quais a pessoa guarda algum resquício mais ou menos inconscientemente; ou a leitura da mente, que pode ocorrer em relações interpessoais caracterizadas por altos níveis de sugestionabilidade.

Casos inexplicáveis

Pessoalmente”, diz o psiquiatra, “eu testemunhei alguns fenômenos” – e ele os elenca:
  • alterações de voz, em meninas que de repente começaram a falar com voz de homem;
  • sangramentos indeterminados;
  • pessoas franzinas que chegaram a arremessar pesados bancos de igreja;
  • pessoas entrevistadas, no México, dizendo frases em uma língua desconhecida, que depois foi identificada como um dialeto pré-colombiano;
  • pessoas que “captaram” o que o examinador estava pensando ou sentindo no momento.
Conforme já dito acima, porém, tais fenômenos não são necessariamente atribuíveis a uma possessão diabólica, pois têm margem de interpretabilidade psicopatológica.

Alterações bem mais difíceis de explicar

Outras alterações somáticas, conta ainda Janiri, “me foram relatadas por sacerdotes particularmente confiáveis: a mudança súbita na cor dos olhos durante um exorcismo e o aparecimento de uma figura e algumas letras na pele das costas de uma pessoa possuída”.

https://pt.aleteia.org/2017/08/11/possessao-demoniaca-os-sinais-que-a-medicina-nao-consegue-explicar/

Presença diabólica? Polícia russa chama exorcista após testemunhar objetos voando

DUCH, ZJAWA

Relatório oficial cita fenômeno "sem explicação racional" presenciado pelos agentes em uma residência que tinha recebido rituais esotéricos

Agentes da polícia russa se viram obrigados a chamar um exorcistadepois de testemunharem objetos que se moviam sem intervenção humana e “sem qualquer explicação racional” em uma residência da região de Tomsk, na Sibéria .
estranho episódio foi registrado pelo site russo Tomsk.ru e replicado por vários outros veículos de imprensa do país, como The Moscow Times, e mesmo do exterior, como a agência italiana Ansa.
De acordo com as informações publicadas, uma família de três pessoas, residente na localidade siberiana de Maraksa, acionou a polícia depois de presenciar livros e pratos “voando” dentro de casa. Os agentes que foram até o local declararam ter visto móveis, eletrodomésticos e até uma faca se movendo “sozinhos”.
Em seu relatório, feito em 12 de fevereiro, os policiais anotaram:
“Um armário caiu no quarto ao lado de um dos policiais. Em seguida, caíram os livros das prateleiras e um bastão ‘voou’ para o lado de fora de um quarto que estava vazio. Não foi encontrada nenhuma explicação racional para os eventos específicos”.
Sem desvendarem o fenômeno, os agentes chamaram um padre ortodoxo. Entrevistado pela agência Ria Novosti, o sacerdote afirmou que o caso poderia ser atribuído a “rituais pagãos ou esotéricos” que eram praticados na casa.
Um porta-voz da Igreja Ortodoxa Russa confirmou ao site Tomsk.ru que o sacerdote realizou um rito de exorcismo na casa, mas o fenômeno ainda persiste:
“O chamado poltergeist se acalmou um pouco após a chegada do sacerdote, mas, depois, os fenômenos continuaram ocorrendo”.
O termo “poltergeist” vem do alemão e, literalmente, significa “fantasma brincalhão“. Costuma ser usado em referência a fenômenos supostamente sobrenaturais em que objetos materiais são movidos sem que haja qualquer causalidade física aparente.

https://pt.aleteia.org/2018/02/16/presenca-diabolica-policia-russa-chama-exorcista-apos-testemunhar-objetos-voando/

2 orações para escorraçar o mal de uma casa ou recinto



"Dissipai os poderes das trevas que possam estar neste quarto e protegei-me nesta noite..."

1 – Da Liturgia das Horas

Esta simples, bela e poderosa oração faz parte das Completas, ou seja, das Orações da Noite na Liturgia das Horas, e, embora seja rezada em dias específicos dentro do conjunto de preces ao qual tradicionalmente pertence, também pode ser rezada à vontade em qualquer horário e lugar em que se desejar:
Visitai, Senhor, esta casa, e afastai as ciladas do inimigo;
nela habitem vossos santos anjos para nos guardar na paz,
e a vossa bênção fique sempre conosco.

Por Cristo, nosso Senhor.
O Senhor Todo-Poderoso nos conceda uma noite tranquila 
e, no fim da vida, uma morte santa.

Amém.
HOUSE AT NIGHT
Tim Vrtiska | CC BY ND 2.0

2 – De um sacerdote contra todo mal

Esta oração foi composta pelo pe. Edward Looney, um sacerdote norte-americano que, ao viajar, sempre leva consigo uma garrafinha de água benta para aspergir nas casas e quartos de hotel onde se hospeda, pedindo a Deus que dissipe dali todo resquício de mal. Enquanto asperge a água benta pelo recinto, ele faz esta oração:
Deus Todo-Poderoso, eu Vos peço:
enviai os Vossos anjos para estarem comigo neste local
e protegei-me de todo assalto do maligno.
Perdoai todo mal que tenha sido cometido neste quarto
e concedei a graça da conversão àqueles que Vos ofenderam.

Dissipai os poderes das trevas que possam estar neste quarto
e protegei-me nesta noite,
bem como a todos os que vierem a dormir neste local
de hoje em diante.

Jesus, eu confio em Vós!
FR EDWARD LOONEY
Fr Edward Looney | Facebook

https://pt.aleteia.org/2018/03/22/2-oracoes-para-escorracar-o-mal-de-uma-casa-ou-recinto/

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