Som de Guerra

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Oração do grimório sagrado de São Bento para proteção e libertação

 

Reze conosco a Oração de São Bento para proteção e libertação:

“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 

Eu me coloco diante de ti, São Bento, guardião da cruz, defensor da luz. Abro meu coração e minha alma para esta oração sagrada do grimório, pedindo sua proteção contra todo mal visível e invisível. Que a força do teu exemplo e da tua fé me cubra agora com o poder do Cristo que vence as trevas. 

Ó glorioso São Bento, servo fiel do Senhor, que enfrentaste o mal com o sinal da cruz e o poder da oração, ensina-me a permanecer firme diante das tentações e ataques espirituais. Que o teu espírito de coragem e pureza me inspire a viver com fé inabalável, buscando a luz, mesmo nos dias de escuridão, e a manter minha alma protegida do inimigo. Tu que és chamado o patriarca dos monges e o protetor dos aflitos, cobre-me com tua intercessão poderosa. Que cada palavra desta oração seja um escudo espiritual contra as forças contrárias. Que o mal seja afastado de minha casa, da minha mente e do meu corpo. 

Que a cruz sagrada seja minha força e que o Espírito Santo me envolva com sua paz. Que a Santa Cruz seja a minha luz. Repito com fé, com confiança e com devoção profunda: que todo poder das trevas seja dissipado e toda sombra desapareça diante da presença do Cristo. Que a tua oração, São Bento, me fortaleça e me ensine a não temer o mal, mas a enfrentá-lo com a luz divina. Que o dragão infernal jamais seja meu guia.

Que nenhuma tentação me desvie do caminho do bem. Que eu saiba reconhecer as armadilhas do inimigo e não ceda as suas mentiras. Que eu caminhe sobre a tua proteção, São Bento, e sob o olhar amoroso de Deus, que tudo vê e tudo guarda com amor eterno e justiça perfeita. Vade retro, Satana. Afasta-te, Satanás. Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo o teu veneno. 

Que estas palavras ecoem como espada de fogo contra todo espírito maligno que se aproxima de mim. Que pela autoridade de Cristo nenhum mal prevaleça. E que meu coração permaneça em paz, firme na fé e na presença do Altíssimo. 

Ó glorioso São Bento, tu que derrotaste os demônios pela força da oração e pela humildade do coração, intercede por mim neste momento. Que o mal seja dissipado de minha vida, que toda energia contrária perca sua força e que a minha alma seja revestida da armadura divina. 

Dá-me serenidade nas provações e firmeza diante das tentações do mundo. Protege minha mente contra pensamentos de medo, dúvida ou desânimo. Que o Espírito de Deus me conceda clareza, coragem e sabedoria. Que eu aprenda contigo, São Bento, a vencer as trevas com oração e silêncio. Que cada suspiro de minha alma se transforme em louvor ao Senhor. Que a tua medalha sagrada seja para mim um escudo de luz. Que o mal fuja ao ouvir o nome de Jesus. E que toda sombra que me ronda desapareça diante da luz do Espírito Santo. 

São Bento, guia-me no caminho da fé e da pureza. Quando o medo tentar me dominar, que eu me lembre de tuas palavras e de tua coragem. Ó glorioso São Bento, fazei que eu viva com o coração puro, desapegado das vaidades do mundo. Que a minha vida seja reflexo do amor de Deus e testemunho de sua misericórdia. Que esta oração do grimório sagrado se torne uma muralha de proteção ao meu redor. Que nenhum mal espiritual ou físico possa tocar minha casa, minha família e minha mente. 

São Bento, mestre da disciplina e da fé, ensina-me a vencer o mal com o bem, o ódio com o perdão e o desespero com a esperança. Ó servo fiel do Altíssimo, que consagraste tua vida à oração e a luta espiritual, olha por mim agora e afasta de mim toda a influência maligna. Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-me, Senhor, dos meus inimigos. Que este sinal sagrado, tão amado por São Bento, se torne a marca da minha proteção. 

São Bento, patriarca dos monges, inspira-me a buscar a santidade na simplicidade do dia a dia. São Bento, defende-me das armadilhas do inimigo e com tua poderosa intercessão, livrai-me dos laços da inveja do ódio e de toda a obra das trevas. São Bento, dá-me discernimento para reconhecer o que vem do bem e afastar tudo o que me conduz ao erro. 

São Bento, servo de Deus, protege-me e guia-me na estrada da salvação. Eis que o vento se cala, a névoa se dispersa, e sobre o horizonte se levanta a cruz. Neste instante sagrado, a voz de São Bento ecoa nas sombras do tempo, chamando cada fiel a se colocar sob o estandarte da fé e da coragem divina. 

São Bento, mestre do silêncio e da obediência, ensina-nos a ouvir a voz de Deus, mesmo no ruído do mundo. Ego sum via, veritas et vita. Eu sou o caminho, a verdade e a vida.  Senhor São Bento, guardião dos fiéis, nós selamos nossas vidas com o sinal da cruz. Pois o grimório da fé não é feito de tinta e papel, mas de promessas gravadas na eternidade.

São Bento, guardião da fé, que teu exemplo nos ensine a lutar com coragem, a resistir com firmeza e a confiar com total entrega. Almas fiéis, chegou o momento da batalha invisível. As trevas tentam se infiltrar, mas hoje, sob a proteção do grimório de São Bento, nenhum mal encontrará morada. São Bento, patriarca do Espírito, vem agora e intercede por nós com tua espada de luz. Vade retro, Satana, numquam suade mihi vana. Nunca me aconselhes a coisas vãs. 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ergueremos a espada da fé, o escudo da esperança e o capacete da salvação. Sente a presença de São Bento ao teu lado, o sopro do Espírito Santo sobre tua face. As trevas não podem permanecer onde a fé habita.  Em nome de Cristo e pela intercessão de São Bento, eu proclamo: Eu renuncio a todo mal. Eu libero minha alma das correntes da escur
idão. 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”


*** 

Para que toda essa força espiritual ganhe vida diante dos seus olhos e você compreenda como a bravura de um único homem moldou o cristianismo no ocidente, nós temos um convite muito especial para você.


https://blog.lumine.tv/grimorio-sagrado-de-sao-bento/

Igreja Católica registra salto de 650% na busca por exorcistas nos Estados Unidos


Dados recentes revelam que a procura por padres exorcistas nos Estados Unidos deu um salto de 650% nos últimos seis anos. O aumento exponencial da demanda acendeu um alerta nas dioceses e no Vaticano, que agora correm contra o tempo para estruturar o atendimento aos fiéis que buscam ajuda contra o que descrevem como “ações extraordinárias do demônio”.

O padre Chad Ripperger, da Arquidiocese de Denver, afirma que o contato com o ocultismo e a bruxaria fortalece entidades malignas. Segundo ele, “os demônios são fortalecidos à medida que mais pessoas cometem atos malignos”. 

Especialistas indicam também que o isolamento social e o aumento de crises emocionais nos últimos anos serviram como estopim para o fenômeno.

Para lidar com o volume de pedidos, a Igreja tem adotado critérios rigorosos. A esmagadora maioria dos casos classificados inicialmente como possessões demoníacas são, na verdade, manifestações de doenças mentais. Por isso, antes de qualquer intervenção espiritual, os relatos passam por uma triagem com psiquiatras e psicólogos, garantindo que questões de saúde mental não sejam confundidas com fenômenos religiosos.

A alta demanda esbarra na falta de padres preparados. Atualmente, cerca de 150 sacerdotes nos EUA recebem treinamento para realizar exorcismos. Diante dessa escassez global, a Associação Internacional de Exorcistas (AIE) apresentou um relatório ao Papa Leão XIV. Segundo a agência católica de notícias ACI Digital, a associação fez um apelo direto ao pontífice para que seja obrigatório ter ao menos um padre exorcista capacitado em cada diocese do mundo, além de pedir a inclusão do tema na formação dos seminários.

O cenário no Brasil reflete a mesma urgência. Padres apontam que pedidos de exorcismo no país dispararam, movimento atribuído pelos sacerdotes ao avanço de práticas esotéricas, o abandono da fé tradicional e a influência espiritual negativa trazida pela internet e pela cultura contemporânea. “As pessoas estão se afastando da luz e se expondo a forças espirituais perigosas”, afirmou o padre exorcista Guido Mottinelli segundo reportagem do Portal Terra.

Para atender a essa demanda em todo o território nacional, o país conta com 46 padres exorcistas oficialmente autorizados e filiados à AIE, conforme levantamento divulgado pela Folha de S. Paulo e pelo portal TNH1. 


O mundo da fé e da cultura está sempre em movimento. Com tantas questões surgindo ao mesmo tempo, nem sempre é fácil discernir o que realmente importa.

Com a Lumine News, fazemos esse acompanhamento por você: selecionamos o essencial, traduzindo os fatos sob o olhar da beleza e da verdade.

https://blog.lumine.tv/busca-por-exorcistas-dispara-650-nos-eua/

 

terça-feira, 14 de julho de 2026

OS NOMES DOS DEMÔNIOS - Como exorcizá-los

Durante os exorcismos, o maligno foi forçado, pelo poder do Senhor e da Virgem Santíssima a dizer quais são os demônios mais poderosos e quais são as orações que eles não suportam, que os fazem perder o poder e que nos liberta das enfermidades e de suas mãos.


Para comprovar os fatos verificou-se que os possuídos por tais demônios durante os exorcismos realizados, se enraiveciam durante a recitação de tais orações. Por isso, é muito bom, que as pessoas interessadas (e os seus familiares), combatam os espíritos malignos com a específica oração que os demônios não suportam e perdem as forças, como é proposto no esquema que segue abaixo:


ORAÇÃO A SÃO MIGUEL
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contras as maldades e ciladas do demônio, ordene-lhe Deus, instantemente vos pedimos e vós príncipe da milícia celeste, pelo Divino Poder, precipitai no inferno a satanás e a todos os espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Assim seja!


Não suportam a oração a São Miguel:


ASMOD: demônio do ódio
ALBATROS: demônio dos males da garganta e do tórax
AROK: demônio que faz as pessoas se tornarem loucas
ALZUS: demônio das doenças nas articulações
AJROL: demônio das dores e problemas na nuca
ELVAROTH: demônio das dores e problemas nos músculos
ELAMDOR: demônio dos truques e enganos
EMAUS: demônio das dores e problemas no tornozelo
ILBAROL: demônio do nervo ciático
LÚCIFER: chefe de todos os demônios
TUBEROCH: demônio das dores nos ombros


ORAÇÃO A SÃO JOSÉ
A vós recorremos, ó Bem-Aventurado São José, em nossas tribulações e depois de ter implorado o auxílio de vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança, solicitamos também a vossa proteção. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu ? Virgem Imaculada, Mãe de Deus e pelo amor paternal que tivestes para com o Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que Jesus Cristo conquistou com o seu sangue e nos assistais em nossas necessidades com o vosso auxílio e poder.
Protegei, ó guarda providentíssimo da Sagrada Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai Amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas dos seus inimigos e de toda a adversidade. Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, afim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amém!



Não suportam a oração a São José:

ASMODEO: demônio do sexo, da impureza, da AIDS e da sífilis
AFRAGOL: demônio da discórdia entre marido e mulher
ALDRESS: demônio da tireóide
ALFAROTH: demônio das dores nas vísceras e nos intestinos
ASTRAROM: demônio do sucesso e que faz se tornar rico
AROTH: demônio das dores e males na coluna
ALMINGO: demônio do fundo da coluna
ALFAT: demônio dos problemas e dores no fígado
ALMAR: demônio dos problemas e dores nos tendões
ANATROS: demônio dos nervos dos pés
EMOL: demônio dos problemas da garganta
EMADOR: demônio da rótula
ELCHEMER: demônio dos problemas da pele
IMADOR: demônio dos problemas dos nervos do corpo
MIVAR: demônio da tuberculose
ULVAR: demônio dos problemas no útero com fibroma e da barriga
UTERH: demônio dos problemas nos quadris
ZAIS: demônio das infecções
ZELCOL: demônio dos problemas no osso cervical


Não suportam a Santa Missa:

ALBAMAMMAN: demônio que não faz entrar nas Igrejas
ALVAR: demônio do álcool e da embriagues
ULBADOR: demônio dos problemas e dores nas coxas



Não suportam a oração do Credo


ALMARENGO: demônio das adivinhações
AMATRON: demônio dos problemas nos brônquios
ASTAROTH: demônio dos problemas e dores nos olhos
BELZEBUL: demônio da discórdia


Não suportam a reza do rosário


ALFAGOR: demônio que causa problemas nos rins
ALKAR: demônio dos problemas das dobraduras nos joelhos
AMICOL: demônio da insônia
ARAVAT: demônio que causa alergias
AUAN: demônio da falência e de todas as espécies econômicas
BENTLAN: demônio dos problemas no cérebro
BULGAR: demônio que causa a hepatite
Demônio do suicídio
ELVAR: demônio que não faz estudar
ELVADOS: demônio dos cistos no ovário
ELVADOS: demônio dos problemas nas panturrilhas
EVAUS: demônio das obsessões
ILDROK: demônio das febres aos quais não se conhece a causa
ILVASTOR: demônio da carne, da fornicação
LULUS: demônio dos tics e dos distúrbios acompanhados com vulgaridades e blasfêmias
MATRUS: demônio das doenças nos filamentos do cérebro
NUBILAR: demônio do mal de ALZHEIMER
OLMAR: demônio das doenças na caixa torácica
PASSIONASS: demônio do exaurimento nervoso
TENEBROS: demônio dos problemas na cabeça
UBADAS: demônio do mal de PARKINSON
ULDERIC: demônio das doenças nas ligaduras dos nervos
ULDERIG: demônio do rancor
UNER: demônio dos problemas no cabelo
UNGIADOR: demônio da gastrite
VANTUS: demônio da malária
ZEUR: demônio dos problemas e dores nos dedos
ZEUS: demônio da mente e problemas mentais


Não suportam a oração da Salve Rainha:

ARATOS: demônio que causa o desconforto
ELVARIST: demônio dos problemas nas cordas vocais


Não suportam o terço da misericórdia:

ALAMAGAS: demônio das úlceras
ANDRAPOS: demônio das doenças nos intestinos
ENDIOR: demônio dos eczemas
TARTANASS: demônio da homeopatia


Não suportam a oração a Maria contra as invasões diabólicas:

ALBADRAS: demônio das hérnias


ALLAB: demônio que faz as pessoas se drogarem impedindo a sua libertação


ALVADOR: (demônio da lepra), não suporta o rosário e a santa comunhão


ANGRADAR: (demônio que não faz encontrar um emprego), não suporta a consagração a Maria Santíssima e a São José


AULTALDAN: (demônio da depressão), não suporta o Magnificat (Lc1, 47-55) e a oração a Nossa Senhora roda dos montes


GRADALAN: (demônio da esterilidade masculina e feminina), não suporta a Consagração a São José e a consagração a Maria.


IDRATAN: (demônio que causa os acidentes nas estradas e ruas), não suporta a oração a São Cristovão


IGGIAR: (demônio que coloca vozes na mente das pessoas, perturbando-as), não suporta o terço de Nossa Senhora das dores.


CIMARASTAL: (demônio que induz ao lesbianismo), não suporta a oração das 12 estrelas de Maria e a oração a Medalha Milagrosa


DRINDILLON: (demônio das hemorróidas), não suporta a oração das sete ofertas do preciosíssimo sangue de Jesus


IMASTOLANGORLSH: (demônio que perturba o ciclo menstrual), não suporta a Consagração ? Divina Vontade


INDON: (demônio da epilepsia), não suporta a Oração ao Preciosíssimo Sangue e a oração a Santa Gemma Galgani


JANADAR: (demônio do olhar das pessoas maldosas), não suporta a oração a São Raimundo Nonato e a oração a Santo Elpídio


LAMAFAGAR: (demônio que faz as pessoas terem medo da água, dor rios, lagos e mares), não suporta a novena ao Espírito Santo


MADAGASCALH: (demônio das córneas), não suportam a oração a Santa Luzia e o rosário de Santa Rita de Cássia


MASSALANDANH: (demônio que causa a menopausa precoce), não suporta a oração a Nossa Senhora da Saúde, a novena a Santa Ana e a oração a Santa Amália


MATTADATTAR: (demônio que é invocado nas missas negras para impedir a libertação das pessoas enfeitiçadas e possuídas), não suportam a oração das Pias súplicas a São José

Traduzido do livro \"Orações de libertação do Maligno - Don Pasqualino Fusco, sacerdote exorcista
Pedidos da edição italiana:
SAC. DON PASQUALINO FUSCO
VILLAGGIO FANFANI,3
81035 ROCCAMONFINA (CASERTA)
TEl: 0823 921278
donfusco@tiscali.it


Estamos num tempo em que até setores da Igreja chegam ao cúmulo do absurdo de negar a existência do demônio e do inferno.

A Igreja pede que não se dê nomes aos anjos, em especial porque temos hoje um culto errado que mistura anjos bons e verdadeiros com anjos cabalísticos de Maomé. Mas no caso destes demônios, seus nomes são conseguidos pelos padres exorcistas da Igreja, e portanto é possível saber com certeza, e qual a sua área de atuação.

Como se pode ver, tal como entre os médicos existe a especialização em cada área do corpo humano, também os espíritos maus se tornam especialistas em atormentar certas áreas do corpo.

sábado, 11 de julho de 2026

O diabo não é um deus do mal mas uma criatura limitada

 



Entrevista ao Padre Pedro Barrajon, exorcista

As possessões demoníacas são comuns?

A ação comum é a tentação, a possessão não é comum. A tentação induz-nos ao mal, todos as sofremos e no Pai Nosso dizemos todos os dias “livrai-nos do Mal”, ou seja, do Maligno. A ação normal do demónio é a tentação. Uma ação extraordinária, mas possível, é a possessão.

Esses fenómenos têm aumentado nos últimos anos?

É difícil dizer se os casos têm aumentado nos últimos anos, porque, infelizmente, destes problemas não se fala muito. Poderíamos dizer que o fenómeno é hoje mais reconhecido, enquanto que houve um tempo em que tudo se explicava com causas psicológicas. É necessário distinguir. É verdade que vivemos em uma sociedade muito secularizada, na qual, mais do que antes, se abre a porta ao ocultismo, ao esoterismo, às práticas mágicas: isso pode ter uma influência real com posteriores casos de possessão. Os casos de possessão não aumentaram de modo exagerado, mas, certamente, há uma tendência a aumentar, por causa da distância de Deus e, especialmente, por causa de práticas mágicas e de superstições neo-pagãs, que são uma porta para a ação diabólica.

Quais podem ser as causas de possessão demoníaca?

Às vezes, as causas não são compreensíveis. O diabo também agiu sobre grandes santos, como no caso do Pe. Pio ou do Cura d'Ars, que tiveram fortes lutas físicas com o diabo, mas a causa mais comum é culturar quem não é Deus: os ídolos, os poderes mágicos, Satanás nas seitas satânicas... Ocultismo e magia são as primeiras causas.

A palavra-chave, no entanto, é sempre 'discernimento', saber discernir, como diz o Papa, tentando falar com a pessoa, tentando avaliar a sua história, as possíveis causas de tipo psiquiátrico e psicológico: se estas forem excluídas e a pessoa se sente assediada pelo demónio, então, é bom que faça uma oração de libertação (que não é um exorcismo), ou um exorcismo mesmo, se se vê uma certa violência no ataque maléfico.

Antes de entrar em contacto com os médicos ou os sacerdotes, como é que uma pessoa nota uma influência maligna? Quais são as manifestações e sintomas?

A pessoa às vezes não percebe de imediato a causa porque experimenta um desconforto forte. Diz que se sente habitada por uma pessoa que não é ela própria. No início não é fácil dar-se conta, nem sequer para aqueles que a rodeiam: comportamentos que não são normais, nem sempre se reduzem à ação maléfica, mas, vendo que o problema persiste e não encontra uma solução nos meios normais a disposição, às vezes a pessoa dirige-se a um sacerdote. 

O sacerdote, muitas vezes, não sabe o que fazer, mas um sacerdote com uma certa formação neste campo pode intuir que possa tratar-se de uma influência maléfica e, neste caso, aconselhar um exorcista. Pela prática de exorcismo, o exorcista percebe rapidamente se a pessoa está à mercê do poder do diabo, por exemplo, se diante de símbolos sagrados existem reações violentas, compulsivas, não normais: a angústia diante do sagrado não é normal. A Igreja acrescenta depois outros sinais: a pessoa pode falar línguas que não conhece, ou até sentir-se habitada por uma outra realidade pessoal, apesar de não ter problemas de múltipla personalidade.

Qual é a diferença entre o exorcismo e oração de libertação?

Às vezes, é bom que, antes do exorcismo, se façam orações de libertação: são orações não "exorcísticas" na qual se reza para que a pessoa seja libertada do mal e da possível influência do mal. Se isso funciona, o exorcismo é muito mais forte, porque no sacramental se pede pelo poder de Cristo e no nome de Cristo, enviado pelo Pai para derrotar o Maligno, para que a pessoa seja libertada. Alguns exorcistas aplicam diretamente o exorcismo, outros preferem fazer antes as orações de libertação. A Igreja pede cautela ao exorcista. Há sempre uma espécie de "intuito espiritual", a graça de estado que o exorcista tem para perceber se a pessoa tem ou não necessidade de um exorcismo.

Por que é que durante muitos anos, até mesmo dentro da própria Igreja, o diabo foi quase esquecido?

Criou-se, talvez, uma espécie de racionalização da teologia: o que não se entendia e o que parecia que não fosse científico, foi deixado de fora: os casos em que se falava no Evangelho de exorcismos de Jesus foram transformados em doenças psicológicas. Tentou-se reduzir os mesmos milagres a causas científicas, a tal ponto que, quando Paulo VI, num famoso discurso em 1972, disse: "Parece que por alguma abertura o demónio entrou no templo de Deus”, foi uma notícia que girou o mundo porque falava do diabo. 

Hoje o Papa Francisco fala muitas vezes e ninguém se assusta, mas em 1972 era diferente, porque tinha-se criado uma espécie de “falta de fé” nesse aspecto, o que correspondeu a uma pastoral que não nomeou exorcistas. Os casos de possessão, no entanto, continuavam e as pessoas não sabiam a quem dirigir-se. Agora voltou-se a fazer exorcismos de uma forma mais natural, a Igreja sempre os fez.

Como é necessário apresentar a ação do demónio para um crente?

Do ponto de vista de um crente, não precisa ter medo do demónio, porque Deus é mais forte. Deus permite que o demónio possa agir também de forma extraordinária, tanto é que todos os dias no Pai Nosso rezamos “livrai-nos do Mal”, ou seja, do Maligno. A Igreja sempre acreditou na ação do demónio, que, porém, sempre foi limitada pela ação de Deus: o demónio não é um Deus do mal, é uma criatura limitada: tem um certo poder, mas não tem significado com relação a Deus.

in Zenit

Oração contra o maligno



 Visitai, Senhor, esta morada

Afastai dela as ciladas do inimigo
Nela habitem vossos Santos Anjos, para nos guardar na paz
E a Vossa bênção esteja sempre conosco
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,
Na unidade do Espírito Santo

Amém

(Lit. Hor., compl. após vesp. de dom,)

domingo, 14 de junho de 2026

Modo curto e fácil de fazer oração com fé e da simples presença de Deus

 



Modo curto e fácil de fazer oração com fé e

da simples presença de Deus

 

I) é preciso habituar a alma a alimentar-se com um olhar simples e amoroso dirigido a Deus e Jesus Cristo, Nosso Senhor; e para conseguir isto é mister separá-la aos poucos do raciocínio, do discurso e da multidão de afetos, afim de conservá-la na simplicidade, no respeito e na atenção e aproximá-la cada vez mais de Deus, seu único soberano bem, seu primeiro principio e derradeiro fim.

II) A perfeição desta vida consiste na união com o nosso soberano bem, e quanto maior a simplicidade, mais perfeita a união.

Eis por que a graça solicita interiormente os que desejam ser perfeitos a simplificarem-se, para finalmente se tornarem capazes de gozar do que só é necessário, isto é, da unidade eterna.

Digamos, portanto, muitas vezes, do fundo do coração: O unum necessarium, unum volo, unum quaero, unum desidero, unum mihi est necessarium Deus meus et omnia. Ó único necessário! Só a vós desejo, procuro e quero! Sois aquilo de que unicamente necessito, ó meu Deus e meu tudo!

III) A meditação é útil quando oportuna, e de grande proveito no começo da vida espiritual; mas a alma não deve deter-se nela, porque a sua fidelidade em mortificar-se e recolher-se ordinariamente lhe proporciona oração mais pura e mais íntima que podemos chamar de simplicidade, consistindo em simples contemplação, num olhar ou em atenção amorosa para qualquer objeto divino, seja Deus em si mesmo, seja alguma das suas perfeições; seja Jesus Cristo ou algum dos seus mistérios, ou outras verdades cristãs. A alma, deixando o raciocínio, permanece em suave contemplação que a conserva quieta, atenta e susceptível às operações e impressões divinas, comunicadas pelo Espírito Santo. Faz pouco e recebe muito, o seu trabalho é suave, e contudo mais frutuoso, e como se aproxima de mais perto da fonte de toda luz, de toda graça e virtude, recebe-a também mais largamente.

IV)  A prática dessa oração deve começar desde o despertar, mediante um ato da presença de Deus, que está em toda parte, e de Jesus Cristo, cujo olhar, embora estivéssemos abismados no centro da terra, nunca nos deixa. Esse ato é feito ou de modo sensível e ordinário, como quem diz interiormente: Creio que Deus está presente, ou, de maneira mais pura e espiritual, por uma simples lembrança da fé na presença de Deus.

V) Em seguida não devemos multiplicar outros atos e disposições diversas, mas continuar simplesmente atentos à presença de Deus, expostos ao seu olhar divino, permanecendo nessa atenção ou exposição devota, enquanto Nosso Senhor no-la concede, sem querermos fazer outra coisa senão o que nos é dado, visto ser semelhante oração uma oração com Deus só, e uma união contendo em iminência todas as outras disposições particulares, dispondo a alma à passividade, isto é, Deus torna-se o único mestre do seu interior e opera mais particularmente do que de costume. Quanto menos a criatura trabalha, tanto mais fortemente Deus opera. E visto ser a operação de Deus um repouso, a alma nesse estado torna-se de algum modo semelhante a Ele, e recebe também efeitos maravilhosos; como os raios do sol fazem crescer, florescer e frutificar as plantas, assim a alma  que está atenta e exposta na tranquilidade aos raios do sol divino de justiça recebe melhor as influências divinas, que a enriquece com toda sorte de virtudes.

VI) A continuação da atenção na fé servir-lhe-á de oferta de si mesma e de todos os seus atos, de direção, intenção, etc.

VII) A alma imaginará perder muito com a emissão de todos esses atos, a experiência, porém, far-lhe-á conhecer que, pelo contrário, muito há de ganhar; porque quanto melhor conhecer Deus, mais puro será o seu amor mais retas as suas intenções, mais forte a sua aversão ao pecado, mais constantes o seu recolhimento, a sua mortificação e humildade.

VIII) Tudo isso não impedirá que produza alguns atos de virtudes, interiores ou exteriores, quando impelida pela atuação da graça; mas o seu estado ordinário deverá ser a referida atenção amorosa de fé ou a união com Deus, que a deixa nas mãos Deste, inteiramente abandonada e entregue ao amor divino para que Deus possa fazer dela o que quiser.

IX) Chegada a hora da oração, comecemo-la com grande respeito, com a simples lembrança de Deus, invocando o seu espírito e unindo-nos intimamente a Jesus Cristo; continuamo-la da mesma forma, assim como as orações vocais, o canto do coro; a Santa Missa, dita ou ouvida, e até o exame de consciência, pois essa mesma luz da fé que nos mantém atentos a Deus, faz-nos descobrir as nossas mínimas imperfeições e delas conceber grande desgosto e arrependimento. As refeições serão tomadas no mesmo espírito de simplicidade, o qual nos conservará mais atentos a Deus do que ao alimento e nos deixará a liberdade de ouvirmos melhor a leitura que durante elas se fizer. Essa pratica só nos adstringe a conservarmos a alma livre de todas as imperfeições, unidos só a Deus e muito intimamente, no que consiste todo o nosso bem.

X) Recreemo-nos na mesma disposição para dar ao corpo e ao espírito algum alívio, sem nos distrairmos com bisbilhotices, notícias inconvenientes, risos imoderados, palavras indiscretas, etc., conservemo-nos puros e livres interiormente, sem incomodarmos os outros, unindo-nos a Deus com frequência por pensamentos simples e amorosos, recordando a sua presença e que Ele não quer que nos separemos Dele e de sua santa vontade em tempo algum. A regra mais elementar desse estado de simplicidade, a disposição soberana da alma é querer fazer a vontade de Deus em todas as coisas. Ver em tudo Deus e servir-se de tudo para ir a Deus, é o que sustenta e fortalece a alma em toda sorte de acontecimentos e ocupações, o que nos mantém na posse da simplicidade. Seguir sempre a vontade de Deus, a exemplo de Jesus Cristo, unidos a Ele como nosso chefe, é meio excelente para desenvolver esse modo de oração, para tender mediante ela á mais solida virtude e á mais perfeita santidade.

XI)   Devemos proceder igualmente no mesmo espírito e conservar-nos na simples e intima união com Deus, a respeito de todas as nossas ações e em todas as ocasiões: no parlatório, na cela, no refeitório, no recreio.

Acresce que em todas as nossas conversas devemos edificar o próximo, aproveitando todo ensejo para nos exercitarmos á piedade, ao amor de Deus, á pratica das boas obras, afim de sermos o bom odor de Jesus Cristo: Si algum falar, diz São Pedro, sejam palavras de Deus, e como si o próprio Deus falasse por ele. Basta para esse fim nos entregarmos simplesmente ao seu espífrito: Ele nos ditará em todas as oportunidades tudo quanto convier, sem afetação. Finalmente, terminaremos o dia com essa santa presença, o exame, a oração da noite, o deitarmo-nos, adormecendo com essa amorosa atenção, entrecortando o repouso com algumas palavras fervorosas e cheias de unção, si acordarmos durante a noite, à semelhança de setas e dardos do coração para Deus, por exemplo: Meu Deus, sede tudo para mim; só Vos quero para o tempo e para a eternidade; Senhor, quem é semelhante a Vós? Meu Senhor e meu Deus, meu Deus e meu tudo!

XII)  Devemos notar que a verdadeira simplicidade faz a alma viver em renúncia continua e perfeito desapego, pois leva-nos para Deus com retidão perfeita e sem nos deter em criatura alguma. Mas não se obtém a graça da simplicidade pela especulação, mas sim por uma grande pureza de coração, pela verdadeira mortificação e pelo desprezo de si mesmo. Quem foge do sofrimento, da humilhação e da morte ao seu eu, aí nunca há de a encontrar; por esse motivo também tão raros são os que progridem nesse caminho, pois quase ninguém quer abnegar-se, do que resultam perdas imensas e privação de bens incompreensíveis. Ah! felizes as almas fiéis que nada poupam assim de serem inteiramente de Deus! felizes as pessoas religiosas, fiéis à pratica das observâncias de seu instituto! Essa fidelidade causa-lhes renúncia constante de si mesmas, do seu julgamento e da sua vontade, das suas inclinações e repugnâncias naturais, e as dispõe de modo admirável, porém desconhecido, a essa excelente espécie de oração; de facto, nada de mais oculto do que o religioso ou a religiosa, fiel a todas as observâncias e exercidos comuns da religião, sem nada de extraordinário nessa vida, a qual contém, no entanto, morte total e continua. Por esse caminho estabelece-se em nós o reino de Deus, e tudo o mais nos é dado liberalmente.

XIII) A leitura dos livros espirituais não eleve ser negligenciada, mas é preciso ler com simplicidade e espírito de oração e não para satisfazer a curiosidade. Chamamos ler dessa forma quando se nos imprimem na alma as luzes e os sentimentos descobertos na leitura e adquirimos tal impressão mais pelo pensamento de Deus do que por inspiração própria.

XIV) É preciso também nos munirmos de duas ou três máximas: 1º) Uma pessoa devota sem oração é um corpo sem alma. 2º) A oração não pode ser sólida e verdadeira sem mortificação, recolhimento e humildade. 3º) A perseverança e necessária para nunca nos apartarmos desse caminho nas dificuldades que nele se encontram.

XV) Não devemos olvidar que um dos maiores segredos da vida espiritual é sermos a esta levados pelo Espírito Santo, não só mediante luzes, doçuras, consolações, ternuras e facilidades, mas ainda por obscuridões, cegueiras, insensibilidades, tristezas, angustias, pesares, revoltas das paixões e dos temperamentos; digo, mais, que este caminho cruciante é necessário, é bom, o melhor, o mais seguro e que nos faz chegar muito mais cedo á perfeição.

A alma esclarecida estima altamente o procedimento de Deus em permitir que ela seja exercitada pelas criaturas e acabrunhada por tentações e abandonos; compreende perfeitamente serem favores e não desgraças, preferindo morrer nas cruzes sobre o Calvário a viver nas doçuras do Tabor. A experiência dar-lhe-á a conhecer oportunamente a verdade destas belas palavras: Et nox illuminatio mea in deliciis meis; et mea nox obscurum non habet, sed omnia in luce clarescunt.

Após a purificação da alma no purgatório dos sofrimentos, por onde é preciso passar, virá a iluminação, o repouso, a alegria, pela intima união com Deus, que para ela converterá o exilio neste mundo num pequeno paraíso. A melhor oração é aquela na qual nós entregamos mais aos sentimentos e ás disposições incutidas por Deus na alma, e na qual procuramos com mais simplicidade, humildade e fidelidade nos conformar com a sua vontade e com os exemplos de Jesus Cristo. Grande Deus, Vós que, por um conjunto de circunstâncias particularíssimas, desde toda a eternidade preparastes a composição deste pequeno trabalho, não permitais que certos espíritos dos quais uns se incluem entre os sábios, outros entre os dados á vida espiritual, possam ser acusados, no Vosso terrível tribunal, de haverem contribuído de qualquer modo para fechar-Vos a entrada de não sei quantos corações, porque neles quereis entrar de um modo, cuja simplicidade os chorava e por Uma porta que, embora aberta pelos santos, desde os primeiros séculos da Egreja, não lhes era ainda bastante conhecida. Fazei antes que, tornando-nos todos pequeninos como crianças, segundo ordena Jesus Cristo, possamos entrar afinal por essa portinha, afim de poder em seguida mostrá-la aos outros com; maior segurança e maior eficácia.

Assim seja.


† Almas Devotas: Modo curto e fácil de fazer oração com fé e da simples presença de Deus

Conselhos de Santa Teresa para a oração

 


1. Dirige a Deus cada um dos teus atos; oferece-os e pede-Lhe que seja para Sua honra e glória.

2. Oferece-te a Deus cinquenta vezes por dia, e que seja com grande fervor e desejo de Deus.

3. Em todas as coisas, observa a providência de Deus e Sua sabedoria, em tudo, envia-Lhe o teu louvor.

4. Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandone nem as obras de oração, nem a penitência a que está habituado. Antes, intensifica-as, e verá com que prontidão o Senhor te sustentará.

5. Nunca fale mal de quem quer que seja, nem jamais escute. A não ser que se trate de ti mesmo. E terá progredido muito, no dia em que se alegrar por isso.

6. Não diga nunca, de você mesmo, algo que mereça admiração, quer se trate do conhecimento, da virtude, do nascimento, a não ser para prestar serviço. Mas então, que isso seja feito com humildade, e considerando que esses dons vêm pelas mãos de Deus.

7. Não veja em você senão o servo de todos, e em todos contempla Cristo Nosso Senhor; assim O respeitará e O venerará.

8. A respeito de coisas que não lhe diz respeito, não se mostre curioso, nem de perto, nem de longe, nem com comentários, nem com perguntas.

9. Mostrai sua devoção interior só em caso de necessidade urgente. Lembra do que diziam São Francisco e São Bernardo: “Meu segredo pertence a mim”.

10. Cumpra todas as coisas como se Sua Majestade estivesse realmente visível; agindo assim, muito ganhará a sua alma.

11. Que seu desejo seja ver Deus. Seu temor, perdê-Lo. A dor, não comprazer na Sua presença, a satisfação, o que pode conduzi-lo a Ele. E viverá numa grande paz.

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Retirado do livro: “Orações de todos os tempos da Igreja”. Prof. Felipe Aquino (org). Ed. Cléofas.







† Almas Devotas: Conselhos de Santa Teresa para a oração

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